terça-feira, maio 22, 2018

A SERPENTE DE LUZ

El aspecto femenino de la Red de Conciencia de Unidad debe ser equilibrado

"Ken, lo que me han explicado es que esta Red de Conciencia de Unidad es lo único que separa la extinción del ser humano de su ascensión. Lo que es seguro es que, en este punto de los ciclos, será una cosa o la outra.


»De ahí la importancia de nuestro viaje. El aspecto femenino de la Red de Conciencia de Unidad debe ser equilibrado para que los cambios geométricos de la red que permiten la posibilidad de la nueva consciencia femenina sagrada se conviertan en una realidad viva. Para que las mujeres de todo el mundo recuerden su íntima conexión con Dios y, con ello, sepan exactamente lo que deben hacer para traer el equilibrio a este mundo y más allá.(...)

Para mí, la energía de aquella pirámide era una de las más poderosas del mundo. Así como la Gran Pirámide de Egipto canaliza la energía de la mente (masculina) de la Red de Conciencia de Unidad, Chichén Itzá canaliza la energía del corazón (femenina). Y a medida que la nueva energía pura y femenina de la kundalini de la Tierra comience a moverse por los cuerpos físicos de nosotros, los seres humanos, y luego a las redes, todos cambiaremos.(...)

Empezó a ofrecerme una larguísima explicación que duró casi dos horas. En resumen, me dijo que la energía sexual de la mujer (de todas las mujeres de la Tierra) estaba desequilibrada con respecto a la del hombre, y que incluso aunque en aquel momento ese desequilibrio era pequeño, se haría inmenso cuando la ascensión planetaria diera comienzo al cabo de unos pocos años. Debíamos devolver un equilibrio casi perfecto a esa energía sexual o las consecuencias posteriores serían muy importantes(...)

- Drunvalo —me dijo—, el varón del polo norte, situado en Egipto, va a sufrir un cambio sexual con la parte femenina de sí mismo, y la hembra del polo sur de la red, situada en Moorea, experimentará simultáneamente un ajuste sexual dentro de su aspecto femenino. La mujer que estará con el hombre en Egipto será la que controle todo el ajuste, mientras que el varón, que serás tú, será el actor secundario en el polo sur para controlar a la hembra que estará sufriendo el cambio.»En un momento muy concreto en el tiempo, el espacio y la dimensión, la mujer de Egipto dejará caer uno de los cristales de calcita verde en un agujero del suelo, cerca de la fuente de esta Red de Unidad que sale de la Tierra. Mientras el cristal esté cayendo, y unos pocos minutos después, es cuando el ajuste puede realizarse.

»Para que se pueda llevar a cabo este trabajo, las cuarenta mujeres deben estar en sus lugares de todo el mundo, sosteniendo su trozo del cristal original y meditando acerca de este cambio en el equilibrio de la Red de Conciencia de Unidad.

Thoth quería que yo fuera el varón de Moorea y me dijo que debería elegir a la mujer. Sobre ese particular, no había posible duda. Yo tenía novia, y si hubiera elegido a cualquier otra, probablemente no estaría ahora vivo para contar esta historia.

Aparentemente todo estaba en orden, por lo que mi novia y yo nos dirigimos a Moorea, mientras el resto de las mujeres y el otro hombre se ponían en camino hacia sus respectivos lugares en todo el mundo. Todo lo que podía hacer era confiar en el Gran Espíritu, pues sólo Él podía coordinar un acontecimiento tan elaborado.

Yo sólo estaba en contacto con una persona del grupo, la mujer de Egipto, para confirmar que todo funcionaba correctamente.
(...)
in SERPIENTE DE LUZ DESPUES DE 2012-El movimiento de la Kundalini de la Tierra
y la ascensión de la luz femenina, 1949 a 2013


de Drunvalo Melchizedek

Bastit, era a irmã de Sekhemet



"A Deusa com cabeça de gata, Bastit, era a irmã de Sekhemet da qual ela representava o aspecto doce. Ela bebe leite enquanto que Sekhemet bebe sangue...
(...) Algumas vezes Bastit tem na sua mão a cabeça de Sekhemet, para mostrar que ela pode esconder esse outro lado...
O gato era o animal sagrado em Bubaste,onde Bastit tinha o seu Templo; os gatos eram intocáveis e quando morriam eram embalsemados.
O gato tem um aspecto lunar e um aspecto solar. Ele é dotado de uma extraordinária flexibilidade da coluna vertebral e dum poder energético intenso.


In HER-BAK “DISCIPLE”
( Isha S. De Lubicz)

segunda-feira, maio 21, 2018

NO CORAÇÃO DE MAAT



"Vim e aproximei-me para ver a tua beleza, minhas mãos estão erguidas em adoração ao teu nome: Justiça e Verdade.”

(Papiro de Ani, folhas 29-30 – Museu Britânico)

quinta-feira, maio 17, 2018

A Sábia, A Velha Serpente.



A TERRA DAS SERPENTES 
Breve excerto de um livro de “ficção”...tido como canalização pela autora e supostamente narrado por Innana, filha do deus Anu, dai os anunaki, proveniente do Planeta de Nibiru, a Deusa que foi dos céus e da terra, da Suméria e da Acádia, da Babilonia por eons para os humanos, e foi também uma sacerdotisa do amor e uma guerreira anunaki com todos os defeitos, de armas poderosas, químicas  e de naves espaciais com os poderes dos deuses genicistas que supostamente manipularam a nossa raça, a que chamavam lulus...e que nos fabricaram  a nós à  sua imagem, mas com limitação enorme do nosso ADN: em nós deixaram as marcas do seu despotismo, egoísmos, guerras,  loucura,  violência fratricida e a paixão sem limites uma sexualidade livre e sem conceitos de bem e mal. Deuses cruéis que dominaram a Terra e a destruíram vezes sem conta assim com à humanidade, os seus LULUS, os escravos que criaram (o ser humano actual) e deles fizeram o que quiseram - assim é de acordo com a narrativa do livro. Innana a Grande Deusa Imortal é cruel, vingativa e louca, debochada e orgulhosa como um raio, poderosa e implacável como qualquer deusa demónio. Creio que ela é tudo o que está nos nossos genes...A tradução está um horror sendo quase elegível a sua narração, um português sem nexo.  Para o tornar legível  alterei  texto  bastante significativamente. Deixo-vos este excerto porque  é grandioso. O momento em que Innana  cai em si e pede para ser finalmente  Integra e bela como a amiga Tara da Terra das Serpentas...

 rlp

 A Velha Mulher Serpente

FALA DE INNANA - Integridade e beleza

 A medida que os dias passavam no Reino da Serpente, eu não deixava de fazer perguntas a Tara: rogava-lhe que me confiasse alguns dos seus segredos. Queria saber o que lhe dava a ela  aquela integridade e beleza? Como poderia eu obter essas qualidades para mim? Tara me contou muitas coisas, como a sua gente tinha chegado a este planeta há tanto tempo e como construíram as suas cidades,  os tuneis subterrâneos e por fim disse-me que havia alguém que sabia desses segredos e de tudo o mais  a quem chamavam A Sábia, A Velha Serpente.
Então eu implorei-lhe que me levasse a ela.
De seguida fizeram-se então alguns preparativos para que eu viajássemos  juntas até onde habitava a Velha Mulher Serpente.
Soube que o seu nome não se podia pronunciar no nosso idioma actual; é como um som que transmite amor. Quando a olhei vi que dos ombros para baixo era mulher e para cima tinha uma cabeça de serpente. Dela emanava uma energia que eu nunca tinha sentido antes e que jamais a voltei a sentir depois. Ela não era nem jovem nem velha e quando a olhava fixamente transformava-se continuamente diante dos meus olhos. Num momento ela era de uma beleza rara e doce para logo de seguida se transformar num demónio furioso. Não obstante, em momento algum tive medo na sua Presença. É como se Ela encarnasse tudo o que é, tudo o que existe, de forma perfeita.

Quando me sentei à sua frente ela fez um gesto em percebi que ela sabia o que eu queria. Sabia tudo a meu respeito, quem era eu e o que tinha feito. Parecia-me conhecer muito bem para além da minha vida como Innana. Era como se sempre nos tivéssemos conhecido; como se de algum modo eu sempre tivesse estado na sua mente. Olhava-me com grande curiosidade e enorme compaixão. Não mostrou nenhum desejo de me controlar ou de me manipular…vi-a ter gosto em me escutar e as minhas aventuras assim como aos meus prazeres, o meu deleite e irradiava dela um amor incondicional.
Pouco a pouco tudo o que nos rodeava se convertia numa luz dourada intermitente, o tempo começou a esbater-se e senti que as dimensões todas convergiam. Em minha mente vi que a Terra tinha existido desde há eons e eons. Neste lugar da Galáxia tinham existido três esferas e a Terra actual era a terceira. No fim de cada ciclo a esfera era destruída e no seu lugar se criava um novo planeta.
Tive uma visão do que foi a primeira Terra. Essa época era bem mais subtil e amorosa do que a criada pela Colónia de Nibiru. Havia um imenso amor no Planeta e os seres que existiam nessa altura viviam devotados ao propósito de voltar a unir-se ao Primeiro Criador.

Nesse tempo ainda vi um amplo espaço na Terra e em varias ladeiras grupos de pessoas todas vestidas de branco, sentadas nas costas do mar. No topo de uma das ladeira havia um Pavilhão de mármore com colunas altas e debaixo destas vi doze casais alinhados formando uma meia lua. Então começaram todos a cantar: llliii…ohhhh…ahhhh.
De forma repetida estes sons expandiam-se pelas ladeiras até que tudo vibrava em harmonia. Havia uma multidão de seres com rostos brilhantes que entoavam as mesmas frequências e, à medida que a energia se adensava, os seres iam-se convertendo em luz. A princípio a luz apenas rodeava apenas os seus corpos, mas a seguir os seus próprios corpos se transformavam em luz. À medida que as frequências pulsavam iam ascendendo e o som se convertia numa espiral, cada homem e mulher e criança que estavam nessas ladeiras se converteram em pura luz. Por fim essas energias que se formavam atraiam para a luz em espiral, anjos e outros seres elevados. Então o Primeiro Criador aspirou a espiral enquanto toda essa harmonia de prazer resplandecia em todo o universo.

Em nosso estado de êxtase e num sublime prazer, acabáramos de assistir a uma ascenção em massa. A vida que alegremente retornava a sua fonte: o Primeiro criador.
De algum modo eu e Tara estávamos nesse pavilhão de mármore apesar de estarmos ainda na Presença da Velha Mulher Serpente. Era como se não existisse separação no tempo e espaço nem entre os eons e estivéssemos em simultâneo em ambos os lugares. As lágrimas de felicidade caim sobre os nossos rostos. Os nossos corpos estavam carregados de energia eléctrica. Então em nossos corações plenos agradecemos a Velha Mulher Serpente e assim nos despedimos dela.

In O RETORNO DE INNANA de V.S. Fergunson


quarta-feira, maio 02, 2018

MAS QUEM SABE?




Cleópatra VII... a última rainha do Egipto.


Mesmo que pareça mentira, pelas veias de Cleópatra não corria nem uma gota de sangue egípcio. A última rainha do Egito era descendente de Ptolomeu Lagos, o general de Alexandre Magno que fundou a dinastia lágida-ou ptolomea-do Egito, a mais duradoura da sua milenar história. No 69 a. C, quando nasceu Cleópatra VII, há mais de dois séculos que a sua família reinava em Alexandria.

Desde a sua posição de rainha do Egipto aproximou-se habilmente, através da sedução dos generais romanos que queriam anexar o Egipto ao seu território, para naturalmente evitá-lo e assim conservar o poder absoluto. Foi a última rainha da dinastia ptolomeica.

Cleópatra filopátor nea thea ou Cleópatra VII, como também lhe chamou, nasceu em Alexandria no ano de 69 a. C. E morreu em 30 A.C. era filha de Ptolomeu XII, do qual recebeu o trono após a sua morte e também, tal como era costume naquela época, foi casada com o seu irmão Ptolomeu XIII. Ambos os irmãos ficaram a cargo do Reino do Egipto quando o seu pai morreu. No entanto, a voraz ambição dos irmãos não levaria a gerar os problemas que acabaram com o deposição de Cleópatra.

Cleópatra era uma mulher extremamente inteligente e capaz, foi educada à base de uma instrução grega, em diferentes disciplinas (Medicina, astronomia, matemática, música, literatura e ciências políticas) como era usual para o tempo e além de falar perfeitamente a língua egípcia soube. Dominar outros: Aramaico, sírio, latim, hebraico e grego. Aqueles que a conheceram, garantiram-lhe que era uma mulher com boas maneiras e delicadas, o que a transformou no objecto de desejo de muitos homens do seu tempo.

Quando corriam os anos 50 e 49 a. C., no Egito, eclodiu a guerra civil, enquanto algo semelhante ocorria em Roma e até o Egito chegou pompeu, inimigo de Júlio César, para encontrar refúgio. E quando Júlio César chegou ao país do Nilo e deparou-se com a atraente e doce Cleópatra não demorou a decidir com qual irmão se alliaria: Cleópatra. Em seguida, a guerra eclodiu e tanto ptolomeu xiii como pompeu morreram nela.

Depois da guerra de Alexandria, Júlio César, restaurou o trono a Cleópatra e, imediatamente, tornaram-se amantes, ao mesmo tempo que se casava com o seu próximo irmão Ptolomeu XIV, a quem, naturalmente, também manipulou como lhe deu a vontade.

O objectivo de Cleópatra era, através da sua influência em César, que o Egipto recuperasse o seu poder na região do Mediterrâneo oriental e se tornasse o grande aliado de Roma, mas o assassinato de César expulsou os seus planos. Ambos tinham um filho comum: Cesário.

Teria perdido a oportunidade, mas não se ia desistir e assim é que morto César, voltou para o Egito e posou seu interesse em seu sucessor: O Cônsul Marco António, a quem também adoraria, mas antes matou o seu marido-Irmão Ptolomeu IV. E nomeou-o corregente do seu reino para o seu filho Cesário.

No ano 37 A.C. Cleópatra se casa com marco António, que já era casado com octavia e lhe cede vários territórios conquistados, Chipre, fenícia e Creta, com o que, o Egito, recuperava os seus limites originais.

Nesse momento, a inimizade entre Otávio, o primeiro e futuro imperador romano, com marco António era um fato concreto e Octávio o denuncio perante o senado romano como um fantoche de Cleópatra que atentaria no final de contas contra os interesses de Roma. Esta situação, somada ao repúdio tradicional que sempre havia despertado cleópatra no povo romano pelos seus excessos e luxos desmedidos fez com que a opinião pública e o Senado se pusessem do lado de Octávio e assim é que Roma declarou guerra ao Egipto.


Na batalha de actio, no dia 2 de setembro do ano 31 A.C. Marco António é derrotado por Augusto e perante o conhecimento de uma falsa notícia que dizia que cleópatra tinha falecido, Marco António Suicida-se.

Os planos de Octávio eram tomar a rainha como prisioneira e exibir em Roma durante a tradicional cerimónia conhecida como triunfo, simbolizando com isso a superioridade e a vitória sobre a humilhada inimiga a que o povo de Roma tanto odiava. Isso aumentaria ainda mais se o seu apoio popular e a decisivamente as suas aspirações políticas.

Cleópatra apercebeu-se do fim que a esperava depois de se encontrar com Octávio, um homem frio e calculista que, ao contrário de César e António, não poderia seduzir ou azar de forma alguma. Vendo, pois, o seu futuro como escrava, talvez no reino de que tinha sido soberana (convertido agora na província romana do Egito), Cleópatra escolheu morrer e tomou a decisão de se suicidar. De acordo com a versão mais difundida, pediu às suas criadas iras e charmion que lhe trouxessem uma cesta com frutas e que colocassem dentro uma cobra egípcia (o famoso áspide), responsável pela sua morte, no final de agosto do ano de 30 A.C. outras Versões relatam que tirou a vida ao conhecer o suicídio do seu marido. Antes de falecer, escreveu uma carta a Octávio, em que lhe comunicava o seu desejo de ser enterrada ao lado de Marco António, e assim foi feito. Desconhece-se o local da sua sepultura. Zahl hawass coloca-a em taposiris magna, a 30 km de Alexandria, embora as escavações realizadas em junho de 2008 descartaram esta hipótese.

Cabe salientar que foi tal o carisma e beleza de Cleópatra, que ele próprio plutarco, escritor romano, rigoroso biógrafo de vidas paralelas que se perdem no tempo, colocou as coisas em seu lugar ao apontar a verdadeira essência do encanto da rainha egípcia: " sua beleza não era tal que deslumbrase ou que deixasse parados aqueles que a viam; mas seu trato tinha um atrativo inevitável, e sua figura, ajudada de sua lábia e de uma graça inerente à sua conversa, parecia que deixava pregado um ferrão em O ânimo ".


... fonte http://www.quien.net/cleopatra





terça-feira, dezembro 05, 2017

NOVAS DESCOBERTAS




O Oásis de Bahariya


Longe, muito longe e distante, em pleno deserto egípcio, situa-se o estranho Oásis de Bahariya, no mapa assinalado pelo círculo vermelho.

E o quê haveria de especial e de tão secreto nele?


"Nada", ou melhor, TUDO! Curiosamente, ele parece ter sido (e aliás foi mesmo!) artificialmente escavado, uma vez que está posicionado em uma estranha depressão, como aliás se pode ver nessa foto. Uma depressão imensa e propositado, muitíssimo bem camuflada, deliberadamente escondida desde épocas imemoriais, longe, muito longe, justamente porque......


.... Precisamente ali, foram recentemente encontradas as mais estranhas tumbas que se conhece, e que por sinal diferem totalmente dos tradicionais padrões egípcios!

E novamente aqui temos a presença do Dr. Zawi Hawass, do Conselho Supremo de Antiguidades (o mesmo que actualmente actua na câmara selada da Grande Pirâmide) e ao que tudo indica uma espécie de "interventor" do Governo Egípcio que evoca para si todas as escavações e prospecções arqueológicas, exactamente as que podem ser enquadradas na categoria de "embaraçosas" – mesmo aquelas que os arqueólogos ocidentais encontram e que, dado ao seu carácter inusitado, como seria de se esperar são logo sumariamente afastados. As misteriosas tumbas de Bahariya guardam certamente imensos e profundíssimos segredos, já que......

Ali estão as mais de DEZ MIL (sim, não há qualquer engano: dez mil!) sepulturas de uma estranha e desconhecida raça!


Sim, estima-se que sejam mais de 10 mil sarcófagos, elaborados no mais puro ouro (vide foto), contendo estranhos hieróglifos, e que além de tudo nos mostram as imagens de rostos "diferentes"..... E que por sinal jamais foram pertencentes à extinta Civilização Egípcia! Então, QUE estranha raça foi esta; de ONDE exactamente veio e o QUÊ precisamente representou para o Antigo Egipto? Seria um mausoléu colectivo, guardando secretamente os corpos mumificados dos antigos antepassados superiores? Tudo parece indicar que SIM! E, principalmente, por QUAIS estranhas e ocultas razões essa sensacional descoberta não foi amplamente divulgada como deveria ter sido?


O Oásis de Bahariya - situado a cerca de 380 quilómetros a oeste das pirâmides do Cairo e em plena vastidão do deserto egípcio - foram encontradas as mais estranhas sepulturas subterrâneas e secretas de toda a História - Uma sensacional descoberta, somente comparável, ou talvez muito superior, ao encontro da múmia do faraó Tutankhamon no Vale dos Reis por Howard Carter no início do século XX!


Até o momento já foram descobertas cerca de duas centenas de múmias e sarcófagos, e o total estimado pode alcançar, ou talvez ultrapassar, 10 mil!

E as escavações estão apenas a começar! (Foto: ABRAMS)


Nesta foto (ABRAMS) o Dr. Zawi Hawass junto a uma dessas cavernas, bloqueada por entulhos. O próprio Dr. Hawass declarou que este espantoso mausoléu colectivo estava protegido por uma estranha camada de um misterioso pó amarelo, disposto no solo e emanando um odor fortíssimo, que ao ser profanado pela primeira vez elevou uma enorme nuvem que segundo suas palavras " – Me fazia sentir como se estivesse sendo atacado por flechas de fogo, não podia respirar". Certamente uma das chamadas "maldições", uma forma de protecção que sobreviveu aos milénios sem conta e talvez esteja ainda hoje actuante de modo a fazer as suas vítimas!






Aqui, uma espantosa visão das múmias enfileiradas nos seus sepulcros coletivos, devidamente protegidas pelos envoltórios especiais colocados pela equipe do Dr. Hawass, nesta foto de sua autoria.





No interior dessas estonteantes galerias, enfileiram-se as centenas de múmias desconhecidas.

E onde quer que se escavem surgem sarcófagos às dezenas, parecem mesmo brotar de todos os lados!!! E porquê exactamente os colocaram tão longe e tão separados do restante da antiga civilização egípcia, em um lugar inóspito, onde somente o mais feliz dos acasos (como foi exactamente o que levou a essa incrível descoberta) poderia tê-los encontrados, intactos, muitos milénios depois da esquecida época em que ali foram piedosamente depositados?

E curiosamente, nem todas essas múmias estão acondicionadas em sarcófagos em ouro. Algumas delas estão separadas, colocadas em nichos escavados na rocha.

E observou bem a múmia mostrada acima? Pois então, façamos uma pequena experiência: vamos inverter a posição do seu rosto e colocá-lo em negativo. O que vemos? Uma criatura totalmente fora dos padrões, não somente egípcios como também terrestres!!!

Nesta foto, o Dr. Hawass examina alguns dos inúmeros sarcófagos. E certamente existirão muitos outros, uma vez que o atónito Dr. Hawass fez a si mesmo a seguinte pergunta: - O que mais repousa além dessas paredes? Temos que esperar pela próxima estação para procurar, porém não espero nada menos do que o espectacular!
A maioria desses sarcófagos é elaborada no mais puro ouro! Aqui o Dr. Hawass procede a limpeza e examina um deles.
As estátuas de estranhas divindades, que apesar de guardarem notáveis semelhanças com as egípcias são bastante diferentes, espalham-se também por alguns setores desse impressionante e fantasmagórico labirinto do passado!



Aqui, mais dois sarcófagos em ouro, mostrando estranhos rostos humanos - também de uma tipologia totalmente diferente da egípcia, notadamente o da direita. Que estranha raça terá sido essa, que certamente influenciou em muito a cultura do Antigo Egipto? E não se sabe exactamente a antiguidade desses impressionantes achados de Bahariya, que certamente a antecedem em muito mais do que se possa pensar!

E também têm sido encontrados estranhos vestígios arqueológicos – tais como estas estátuas, da mesma forma totalmente divergente dos tradicionais padrões conhecidos. Note-se as três estranhas múmias à direita e olhe bem para a penúltima. Depois, precisamente na nossa sequência, você saberá porquê.

E esta é a surpresa das surpresas! Magnificamente preservado, vemos uma espécie de relicário de uma criança branca, usando vestes totalmente fora dos padrões egípcios!!! Note-se o simbolismo do Sol Alado e das serpentes – tradicionalmente associados à presença dos extraterrestres e dos antigos iniciadores no nosso remoto passado!




Segundo as reduzidas explicações oficiais e também de acordo com a opinião do Dr. Hawass, o impressionante mausoléu de Bahariya - também conhecido como "O Vale das Múmias Douradas" - seria "originário do Período Greco-Romano". Não acreditamos muito nisso, uma vez que existem diversas contradições. Primeiramente, os hieróglifos e símbolos arcaicos (muito anteriores portanto à escrita egípcia), espalhados por todos os lados e também nos sarcófagos não nos deixam mentir. Lembremos que no Período Greco- Romano a escrita hieroglífica tinha sido praticamente perdida e predominava a escrita cursiva, logicamente misturada aos idiomas grego e romano. Em segundo lugar, PORQUÊ exactamente esconder mais de 10 mil múmias (quase a população inteira de uma cidade) a 380 quilómetros de distância das Pirâmides e em pleno deserto hostil, muito afastado aliás dos grandes centros que eram ocupados pelos gregos e pelo romanos, notadamente bem mais ao sul do Nilo.

Não tem mesmo a menor lógica! Em terceiro lugar, COMO e através de QUAIS técnicas foram escavados, além de toda a região do oásis propriamente dito, esses imensos labirintos - que são além de tudo dotados de prodigiosas estruturas artísticas e arquitectónicas, como bem pode ser visto na foto acima?

Vários abrigos de sarcófagos, isolados, foram igualmente escavados na rocha bruta. COMO?

E sabe quem exactamente descobriu todo esse imenso tesouro arqueológico? Não ria, mas foi um.... Jumento! Abdul Mojood percorria o deserto quando seu animal, o simpático (no bom sentido, é claro - ou você acha que este seu escritor favorito iria achar um jumento "simpático"?) bichinho aí da foto, que foi o herói da história e quem sabe também da História, talvez cansado de ser explorado resolveu fugir e tropeçou, caindo em um buraco repentinamente exposto pelo vento. E esse buraco nada mais era do que uma abertura, situada no teto de uma dessas tumbas! O Governo Egípcio foi devidamente avisado, porém essa sensacional descoberta permaneceu secreta por durante três anos! E novamente aqui caberia a pergunta: - PORQUÊ



E os belíssimos murais estão espalhados por todos os lados. Aqui, uma representação da Barca Solar, conduzindo o Deus RA – uma antiquíssima tradição na religião egípcia. Preste atenção nos personagens à esquerda.

Outro mural nos mostra esta mesma antiquíssima tradição religiosa, onde habitantes QUE DE MANEIRA ALGUMA SÃO GREGOS OU ROMANOS prestam adoração ao deus MIN – culto que por sinal remonta à noite dos tempos e principalmente ao chamado (e além de tudo remoto e desconhecido) Período Pré-Dinástico!


Além disso, sarcófagos belíssimos, elaborados no mais puro ouro (foto), nos mostram certos retratos que jamais foram gregos ou romanos. Por sinal, no tempo das suas dominações, que começaram no ano 332 A.D., os sarcófagos eram extremamente decadentes e toscos, simples arremedos, unicamente madeira (jamais metálicos) na qual se pintavam - e por sinal muito mal - os rostos dos aristocratas falecidos.

Afinal de contas, que estranha e desconhecida raça era mesmo essa, cujos impressionantes vestígios dourados parecem brotar do próprio solo quanto mais se escava? E a sua antiguidade é inegavelmente tanta que alguns sarcófagos fundiram-se através das eras com o solo arenoso ficando literalmente fossilizados, assim como nos mostra a foto acima!


E, finalmente, gostaríamos muitíssimo de saber a quem exactamente pertencem essas estranhas múmias, também encontradas em Bahariya e em compartimentos isolados, todas elas desprovidos de sarcófagos. E agora, observe com bastante atenção o curioso rosto da múmia à direita.


Bizarro e incompreensível rosto dessa estranha estátua, datada de cerca de 10 mil anos atrás e portanto relativa aos chamados tempos "pré-históricos", mostrando os detalhes de uma criatura absolutamente desconhecida que inclusive usa roupa do tipo metálico - logicamente uma entidade extraterrestre. É importante ressaltar que essa estatueta, originária de uma cultura pré-histórica desconhecida, foi encontrada em um outro continente e em um sítio arqueológico portanto BEM DISTANTE DO EGITO! E os arqueólogos a chamam de "O Homem com a Cabeça de Bagre", obviamente uma manifestação artística, ou de culto, dos primitivos habitantes do nosso planeta, que efectivamente só retratavam aquilo que viam. Tudo isso prova a subtil e mais marcante característica do Realismo Fantástico, um maravilhoso quebra-cabeças cujas peças esparsas sempre se encontram, em algum lugar mais adiante, tornando-se um mosaico compreensível, uma paisagem intensamente lógica..... Mas sempre, invariavelmente, única e tão-somente quando chega o seu devido tempo!

Não restam mais quaisquer dúvidas (ou somente não enxergam aqueles que não querem, ou ainda os que comodamente fingem que não vêem)! Uma estranha raça, não se sabe vinda exactamente de onde e dotada de enormes crânios, esteve misturada à população da antiga civilização egípcia! Notem os expressivos detalhes da cabeça desta múmia de um príncipe, cujo nome era Pa-Seb-Kha-en-Pet, originária da XXI Dinastia e em exposição no Brooklyn Museum!

E o quê exactamente podemos dizer sobre esta outra, encontrada em Tebas e que oficialmente foi classificada como pertencente a "uma criança"..... E que "criança" mais marota é mesmo esta! Na verdade há "110 por cento" de chances de ser uma criatura alienígena - ou uma estranha combinação entre "eles" e a antiga raça egípcia. Observe com bastante atenção o formato do crânio: veja as dimensões, a subtileza dessa forma; olhe bem onde a orelha está situada, quase na nuca! Preste atenção agora nas cavidades oculares, no nariz, na boca, e também na reduzida estatura. Aliás, se esta múmia é de fato alienígena, NÃO TERÁ SIDO A ÚNICA ENCONTRADA - e que portanto, dado ao seu carácter insólito, a sempre actuante "central de contra verdades" e o seus hábeis prestidigitadores abafaram!



Agora, responda rápido: - Por que exactamente os mumificadores e os sacerdotes que supervisionavam esses rituais no Antigo Egipto não preservaram os cérebros de todas as múmias? Fígado, pulmões, estômago e intestinos eram também mumificados e guardados em recipientes denominados Canopos, cada um sob a protecção de uma divindade mágica e que acompanhavam as múmias nas suas tumbas. Através de uma técnica cirúrgica refinadíssima e além de tudo avançada, de fazer inveja aos nossos modernos médicos legistas, a vértebra Atlas era retirada da base do crânio e por ali o órgão era extraído com notável integridade e precisão. Por que então exactamente esses cérebros, como também os corações, eram ocultados ou provavelmente destruídos, eliminado assim todos os seus vestígios? Seria pelo facto de que eram "diferentes", muito diferentes dos da nossa humanidade??? Outra pergunta cuja resposta afirmativa pode ter, diria, "150 por cento" de probabilidades de ser a correcta!

Esses são os chamados Vasos Canopos, que acompanhavam as múmias nas suas últimas moradas, contendo fígados, pulmões, intestinos e os estômagos dos soberanos mumificados. Os antigos egípcios não eram tolos. Muito pelo contrário, extremamente versados em Medicina e Anatomia, SABIAM - assim como o atestam diversos papiros médicos - exactamente as funções cerebrais e cardíacas, relativas aos órgãos mais importantes da estrutura humana.

 Então, por que motivo exactamente desapareciam com eles, não tendo sido sequer um deles encontrado devidamente preservado - assim como, e devido à lógica, deveriam tê-lo sido até hoje

O Passado tem mesmo muito a revelar! Ao contrário daquilo que nos fazem crer, a Cruz não é um símbolo moderno ou essencialmente cristão. As Tradições dizem que desde os tempos da perdida Atlântida ela já era utilizada através de um sagrado simbolismo, daí passou para o Antigo Egipto, continuando a sua trajectória através das mais antigas culturas! O que você vê, à esquerda, é a antiquíssima cruz que se convencionou chamar de Celta. Na verdade, de Celta ela não tem nada, e este exemplar em pedra, cuja altura é de 2,10 metros, é extremamente antigo e sobretudo único, não se sabendo a sua exacta origem. Contudo, antigos documentos em poder de Fraternidades Iniciáticas autênticas descrevem a sua imagem - considerada uma das mais antigas formas de "cruz" - sob o estranho nome de "ABERLEMNO". Crichton Miller é um pesquisador e executivo escocês, estudioso dos mistérios das antigas civilizações, e observando bem a fundo essa antiga "cruz" chegou a patentear na Inglaterra, sob o número GB-2-344-654-A, a sua réplica, mostrada na foto da direita. E o que tem de especial nesta antiga "cruz", agora revivida nos modernos tempos do Século XXI? Simplesmente Miller descobriu que ela é um esboço, uma representação puramente técnica, de um antigo instrumento que os Antigos Egípcios se utilizaram para navegar pelos oceanos de todo o mundo, construir seus espantosos monumentos e até mesmo - muito mais anteriormente do que eles - utilizado pelos misteriosos construtores dos complexos megalíticos de Stonehenge! Trata-se de um fantástico e altamente preciso instrumento para medição de ângulos, das inclinações, das distâncias e prumos; SUBSTITUI PORTANTO O TEODOLITO; avalia distâncias siderais; posiciona qualquer estrela do nosso firmamento, e etc.! Miller afirma que este antigo instrumento, dada a sua incrível acurácia técnica, foi a base da Geometria, da Matemática, da antiga Astronomia, da Cartografia e até mesmo da medição do tempo! Daí, portanto, a pergunta que logicamente surge é: - DE ONDE PRECISAMENTE TERIA VINDO ESSA ESPANTOSA TECNOLOGIA?

Não importa de onde tenha vindo - Atlântida, Lemúria ou quem sabe do próprio espaço sideral. O fato é que funciona mesmo! E para que não haja mais quaisquer dúvidas, vemos, à esquerda, o certificado de patente concedido pelo Governo Britânico a esta espantosa ressurreição de uma tecnologia muito antiga, cuja desconhecida origem se perde na noite dos tempos. E convém saber que na Inglaterra somente são concedidas patentes a artefactos que efectivamente se mostrem capazes de produzir os resultados e os efeitos a que se destinam! Aliás, os mais severos testes foram efectuados pelo próprio Miller em navegações marítimas e em diversas medições astronómicas e topográficas – todos eles inquestionavelmente exactos, além de precisa e altamente satisfatórios sob o ponto de vista técnico!

Este é o calendário Azteca, erigido em um enorme bloco rochoso e dotado de formato circular, tendo ao centro o rosto de uma divindade. Na verdade, de "calendário" ele não tem nada e segundo alguns engenheiros astronáuticos trata-se mesmo do ainda incompreensível esquema técnico de uma máquina voadora.... A mesma que hoje em dia chamamos de UFO! E para aqueles que estão estudando, alertamos que a grafia correcta na Língua Portuguesa é com "s"= Asteca. Usamos, porém, propositadamente a grafia Azteca, uma vez que aquele povo nas suas antigas tradições chamava um perdido continente tragado pelas águas do oceano de AZTLAN, daí tendo derivado o nome da sua civilização. Sabia disso?



Na foto, um atónito membro de uma expedição arqueológica dinamarquesa, examina um dos imensos pilares do antiquíssimo Templo de Hoysalesvara, Índia – em tempos imemoriais inteiramente escavado em uma montanha, tendo sido todos esses pilares erigidos em únicos e pesadíssimos blocos de pedras. E além de tudo incrivelmente fresados através de um maquinário!!! Sim, tudo isso foi cortado e trabalhado à máquina..... E por sinal mediante um tipo de tecnologia da qual ainda hoje não dispomos!!

E aqui vê uma outra imponente edificação situada em Uxmal, México, e também supostamente atribuída à Civilização Maia. São verdadeiros prodígios arquitectónicos e, na verdade, obras de uma civilização desconhecida e muito mais antiga. E que, na falta de um nome melhor e mais apropriado, a História clássica por vezes timidamente reconhece e define como "Toltecas, Zapotecas, Xiús" – e tantos outros nomes mais pomposos e no entanto desprovidos de qualquer significação, uma vez que NADA se sabe sobre esta perdida e muito evoluída cultura de um passado remotíssimo.

Os Maias e os Aztecas certamente devem ter se apropriado dos seus monumentos, templos e demais edificações, já que certamente os acharam abandonados desde há milénios!

E sabia o que muitas dessas fantásticas edificações têm em comum? A maquete acima, exposta no Museu Americano de História Natural, em Nova York, mostra a estrutura interna do chamado Templo dos Troféus, situado nas ruínas de Palenque, México - também uma outra "obra da Civilização Maia".

Maia, será???

Repare bem naquilo que tanto chamou a atenção dos arqueólogos: isso mesmo! Inteiramente cortado, moldado e trabalhado no interior de uma montanha! 
Algo que a nossa moderna Engenharia teria muita dificuldade em emular, mesmo tendo ao seu dispor os imensos recursos técnicos!!! E nunca é demais repetir que o conquistador espanhol Hernan Cortéz passou por essas ruínas sem se dar conta, já que estavam encobertas pelas espessas selvas e até mesmo os indígenas, estes sim remotos descendentes dos Maias, desconheciam a sua existência."


NOTA: as fotos não correspondem exactamente ao relatado no texto...




quinta-feira, agosto 03, 2017



"APARTA DE MIM OS TEUS OLHOS QUE ME ENTONTECEM"
in "Cântico dos Cânticos"

(...)
"Oh! Bienheureux le simple qui ose, sans respect humain, saluer le Maître à son passage quel que soit son visage: foudre, enthousiasme, honte, terreur ou secousse érotique, miséreux ou artiste. Machiavel ou Jesus. "Cela" qui réveille l'Esprit en toi, est un geste d'appel du Maître de ton âme. ...
Ses moyens sont multiples: désir, remords, soif d'exces ou d'infini, impulsion créatrice; c'est toujours la brûlure du FEU enseveli, et qui, fusant de temps à autre, transforme ton être en volcan.
On parle toujours de ton âme, on ne parle jamais du feu.
Cependant ton âme d'être imparfait est complexe, si complexe que ses éléments anarchiques peuvent soulever en toi des mouvements sans lien apparent, et tu ne te reconnais plus toi-même.
Mais il n'y a qu'un FEU au monde, dont les manifestations sont multiples."


L' OUVERTURE DU CHEMIN de ISHA Schwaller de Lubicz

UM OLHO GIGANTE



Todas as galáxias passam por um estágio explosivo periódico. La Violette calcula que a última vez que nossa galáxia se tornou ativa foi por volta de 3 mil anos atrás. Ele acreditava que essa explosão do centro da galáxia possivelmente tenha durado mil anos. Esse autor nos diz que, da perspectiva da Terra, essa incrivel emissão de luz seria modelada como um olho gigante no céu entre Sagitário e Escorpião. Além de se assemelhar a um olho, para nosso antigos ancestrais essa explosão galáctica gigantesca também se assemelharia a um útero. E a visão de um útero galáctico abrilhantando os céus noturnos, por cerca de mil anos ou mais, pode ter dado origem ao mito de Isis. Em seu apelo como mãe da criação, é durante essa fase explosiva que a face de Isis finalmente se revela. Após essa fase brilhante de nascimento, após o centro explosivo ter se tornado finalmente tranquilo, Isis, mais uma vez, torna-se a Deusa do Véu Escuro, cuja face torna-se outra vez oculta à nossa visão.


O centro de nossa galáxia tem um brilho milhares de vezes maior do que qualquer outra parte do corpo ga. Contudo, devido a poeira e aos escombros, essa presença maravilhosa se oculta à nossa visão. Os véus escuros de Isis estão estendidos entre nosso planeta e o centro de criação.


A inscrição no templo de Isis, em Sais, estabelece que o fruto que ela gerou é o Sol. Nossa estrela local radiante emergiu da poeira proveniente dos espasmos da fornalha ardente, que repousa no centro de toda a criação em nossa galáxia. De fato, pode-se dizer que tudo o que é - toda a natureza, seres humanos e até mesmo a consciência humana - veio originalmente desse útero da galáxia. Se ela é Isis, então nossa galáxia é a Grande Mãe, a Criadora e a Força Feminina a partir da qual tudo emerge, com seu útero grávido contínuamente dando à luz milhões de Horus ou estrelas que brilham em seu corpo celeste. Esse conhecimento dos fogos internos e gases comprimidos da criação, queimados e transmutados no cadinho de seu útero, repousa no coração da tradição ocidental da alquimia.

(IN JANELA DA ALMA)

segunda-feira, novembro 07, 2016

NUMA VIAGEM AO EGIPTO...



Uma transcrição alterada pela minha própria experiência que se assemelha em muito com a autora do texto original. E PORQUE  ME LEMBREI FORTEMENTE DELA…





A Deusa Sekhmet

... “A maioria das estátuas que existem de Sekhmet encontram-se em museus. Houve uma, no entanto, que vi no antigo Templo de Karnac numa ruina insignificante que quase ninguém dá por ela e que nem sequer é visitada pela grande maioria dos turistas que diariamente aí vão. Quando entrei nesse pequeno círculo onde ela se encontra, com espaço para poucas pessoas, fixei os meus olhos nela e me senti como se estivesse na presença de uma figura muito forte e protectora.”

...Senti -A VIVA e à sua força imanente, cheia de pujança, como se ela vibrasse ainda para lá dos tempos naquela imagem escondida da grande maioria dos turistas e disseram-nos que as pessoas que a guardavam conheciam o seu Mistério profundo e actual...tal como a autora, embora houvesse homens, "eu viajava com um grupo de mulheres e todas nós sentimos como se tivéssemos entrado num santuário…"

“Essa Estátua de Sekmet era uma escultura alta, feita de pedra de basalto escuro e macio. Estava sobre uma base rente ao chão; a mais alta de entre nós mal lhe chegava aos ombros. O seu rosto de leoa, não só era muito sereno como bondoso. Na cabeça ostentava um símbolo de poder, uma grande representação do disco solar com o aureus, a cabeça erecta da cobra ao centro. Na sua mão direita segurava a ANKh, símbolo da vida eterna (e Chave da Vida), com o braço ao lado do corpo. (…) A única fonte de luz no pequeno recinto irradiava de uma abertura no teto iluminando a câmara escura,” pois se travava com efeito de uma Câmara.

A Grande Deusa era a incorporação da Terra em seus ciclos, muito mais do que o sol e a lua em suas fases: ela era a criadora que traz a vida, a que a preserva e a destruidora dessa mesma vida. As mulheres em geral, tomam contacto com o aspecto sombrio da Deusa, principalmente quando ficam velhas.
(…)
JEAN SHINODA BOLEN

In AS DEUSAS E A MULHER MADURA