terça-feira, dezembro 05, 2017

NOVAS DESCOBERTAS




O Oásis de Bahariya


Longe, muito longe e distante, em pleno deserto egípcio, situa-se o estranho Oásis de Bahariya, no mapa assinalado pelo círculo vermelho.

E o quê haveria de especial e de tão secreto nele?


"Nada", ou melhor, TUDO! Curiosamente, ele parece ter sido (e aliás foi mesmo!) artificialmente escavado, uma vez que está posicionado em uma estranha depressão, como aliás se pode ver nessa foto. Uma depressão imensa e propositado, muitíssimo bem camuflada, deliberadamente escondida desde épocas imemoriais, longe, muito longe, justamente porque......


.... Precisamente ali, foram recentemente encontradas as mais estranhas tumbas que se conhece, e que por sinal diferem totalmente dos tradicionais padrões egípcios!

E novamente aqui temos a presença do Dr. Zawi Hawass, do Conselho Supremo de Antiguidades (o mesmo que actualmente actua na câmara selada da Grande Pirâmide) e ao que tudo indica uma espécie de "interventor" do Governo Egípcio que evoca para si todas as escavações e prospecções arqueológicas, exactamente as que podem ser enquadradas na categoria de "embaraçosas" – mesmo aquelas que os arqueólogos ocidentais encontram e que, dado ao seu carácter inusitado, como seria de se esperar são logo sumariamente afastados. As misteriosas tumbas de Bahariya guardam certamente imensos e profundíssimos segredos, já que......

Ali estão as mais de DEZ MIL (sim, não há qualquer engano: dez mil!) sepulturas de uma estranha e desconhecida raça!


Sim, estima-se que sejam mais de 10 mil sarcófagos, elaborados no mais puro ouro (vide foto), contendo estranhos hieróglifos, e que além de tudo nos mostram as imagens de rostos "diferentes"..... E que por sinal jamais foram pertencentes à extinta Civilização Egípcia! Então, QUE estranha raça foi esta; de ONDE exactamente veio e o QUÊ precisamente representou para o Antigo Egipto? Seria um mausoléu colectivo, guardando secretamente os corpos mumificados dos antigos antepassados superiores? Tudo parece indicar que SIM! E, principalmente, por QUAIS estranhas e ocultas razões essa sensacional descoberta não foi amplamente divulgada como deveria ter sido?


O Oásis de Bahariya - situado a cerca de 380 quilómetros a oeste das pirâmides do Cairo e em plena vastidão do deserto egípcio - foram encontradas as mais estranhas sepulturas subterrâneas e secretas de toda a História - Uma sensacional descoberta, somente comparável, ou talvez muito superior, ao encontro da múmia do faraó Tutankhamon no Vale dos Reis por Howard Carter no início do século XX!


Até o momento já foram descobertas cerca de duas centenas de múmias e sarcófagos, e o total estimado pode alcançar, ou talvez ultrapassar, 10 mil!

E as escavações estão apenas a começar! (Foto: ABRAMS)


Nesta foto (ABRAMS) o Dr. Zawi Hawass junto a uma dessas cavernas, bloqueada por entulhos. O próprio Dr. Hawass declarou que este espantoso mausoléu colectivo estava protegido por uma estranha camada de um misterioso pó amarelo, disposto no solo e emanando um odor fortíssimo, que ao ser profanado pela primeira vez elevou uma enorme nuvem que segundo suas palavras " – Me fazia sentir como se estivesse sendo atacado por flechas de fogo, não podia respirar". Certamente uma das chamadas "maldições", uma forma de protecção que sobreviveu aos milénios sem conta e talvez esteja ainda hoje actuante de modo a fazer as suas vítimas!






Aqui, uma espantosa visão das múmias enfileiradas nos seus sepulcros coletivos, devidamente protegidas pelos envoltórios especiais colocados pela equipe do Dr. Hawass, nesta foto de sua autoria.





No interior dessas estonteantes galerias, enfileiram-se as centenas de múmias desconhecidas.

E onde quer que se escavem surgem sarcófagos às dezenas, parecem mesmo brotar de todos os lados!!! E porquê exactamente os colocaram tão longe e tão separados do restante da antiga civilização egípcia, em um lugar inóspito, onde somente o mais feliz dos acasos (como foi exactamente o que levou a essa incrível descoberta) poderia tê-los encontrados, intactos, muitos milénios depois da esquecida época em que ali foram piedosamente depositados?

E curiosamente, nem todas essas múmias estão acondicionadas em sarcófagos em ouro. Algumas delas estão separadas, colocadas em nichos escavados na rocha.

E observou bem a múmia mostrada acima? Pois então, façamos uma pequena experiência: vamos inverter a posição do seu rosto e colocá-lo em negativo. O que vemos? Uma criatura totalmente fora dos padrões, não somente egípcios como também terrestres!!!

Nesta foto, o Dr. Hawass examina alguns dos inúmeros sarcófagos. E certamente existirão muitos outros, uma vez que o atónito Dr. Hawass fez a si mesmo a seguinte pergunta: - O que mais repousa além dessas paredes? Temos que esperar pela próxima estação para procurar, porém não espero nada menos do que o espectacular!
A maioria desses sarcófagos é elaborada no mais puro ouro! Aqui o Dr. Hawass procede a limpeza e examina um deles.
As estátuas de estranhas divindades, que apesar de guardarem notáveis semelhanças com as egípcias são bastante diferentes, espalham-se também por alguns setores desse impressionante e fantasmagórico labirinto do passado!



Aqui, mais dois sarcófagos em ouro, mostrando estranhos rostos humanos - também de uma tipologia totalmente diferente da egípcia, notadamente o da direita. Que estranha raça terá sido essa, que certamente influenciou em muito a cultura do Antigo Egipto? E não se sabe exactamente a antiguidade desses impressionantes achados de Bahariya, que certamente a antecedem em muito mais do que se possa pensar!

E também têm sido encontrados estranhos vestígios arqueológicos – tais como estas estátuas, da mesma forma totalmente divergente dos tradicionais padrões conhecidos. Note-se as três estranhas múmias à direita e olhe bem para a penúltima. Depois, precisamente na nossa sequência, você saberá porquê.

E esta é a surpresa das surpresas! Magnificamente preservado, vemos uma espécie de relicário de uma criança branca, usando vestes totalmente fora dos padrões egípcios!!! Note-se o simbolismo do Sol Alado e das serpentes – tradicionalmente associados à presença dos extraterrestres e dos antigos iniciadores no nosso remoto passado!




Segundo as reduzidas explicações oficiais e também de acordo com a opinião do Dr. Hawass, o impressionante mausoléu de Bahariya - também conhecido como "O Vale das Múmias Douradas" - seria "originário do Período Greco-Romano". Não acreditamos muito nisso, uma vez que existem diversas contradições. Primeiramente, os hieróglifos e símbolos arcaicos (muito anteriores portanto à escrita egípcia), espalhados por todos os lados e também nos sarcófagos não nos deixam mentir. Lembremos que no Período Greco- Romano a escrita hieroglífica tinha sido praticamente perdida e predominava a escrita cursiva, logicamente misturada aos idiomas grego e romano. Em segundo lugar, PORQUÊ exactamente esconder mais de 10 mil múmias (quase a população inteira de uma cidade) a 380 quilómetros de distância das Pirâmides e em pleno deserto hostil, muito afastado aliás dos grandes centros que eram ocupados pelos gregos e pelo romanos, notadamente bem mais ao sul do Nilo.

Não tem mesmo a menor lógica! Em terceiro lugar, COMO e através de QUAIS técnicas foram escavados, além de toda a região do oásis propriamente dito, esses imensos labirintos - que são além de tudo dotados de prodigiosas estruturas artísticas e arquitectónicas, como bem pode ser visto na foto acima?

Vários abrigos de sarcófagos, isolados, foram igualmente escavados na rocha bruta. COMO?

E sabe quem exactamente descobriu todo esse imenso tesouro arqueológico? Não ria, mas foi um.... Jumento! Abdul Mojood percorria o deserto quando seu animal, o simpático (no bom sentido, é claro - ou você acha que este seu escritor favorito iria achar um jumento "simpático"?) bichinho aí da foto, que foi o herói da história e quem sabe também da História, talvez cansado de ser explorado resolveu fugir e tropeçou, caindo em um buraco repentinamente exposto pelo vento. E esse buraco nada mais era do que uma abertura, situada no teto de uma dessas tumbas! O Governo Egípcio foi devidamente avisado, porém essa sensacional descoberta permaneceu secreta por durante três anos! E novamente aqui caberia a pergunta: - PORQUÊ



E os belíssimos murais estão espalhados por todos os lados. Aqui, uma representação da Barca Solar, conduzindo o Deus RA – uma antiquíssima tradição na religião egípcia. Preste atenção nos personagens à esquerda.

Outro mural nos mostra esta mesma antiquíssima tradição religiosa, onde habitantes QUE DE MANEIRA ALGUMA SÃO GREGOS OU ROMANOS prestam adoração ao deus MIN – culto que por sinal remonta à noite dos tempos e principalmente ao chamado (e além de tudo remoto e desconhecido) Período Pré-Dinástico!


Além disso, sarcófagos belíssimos, elaborados no mais puro ouro (foto), nos mostram certos retratos que jamais foram gregos ou romanos. Por sinal, no tempo das suas dominações, que começaram no ano 332 A.D., os sarcófagos eram extremamente decadentes e toscos, simples arremedos, unicamente madeira (jamais metálicos) na qual se pintavam - e por sinal muito mal - os rostos dos aristocratas falecidos.

Afinal de contas, que estranha e desconhecida raça era mesmo essa, cujos impressionantes vestígios dourados parecem brotar do próprio solo quanto mais se escava? E a sua antiguidade é inegavelmente tanta que alguns sarcófagos fundiram-se através das eras com o solo arenoso ficando literalmente fossilizados, assim como nos mostra a foto acima!


E, finalmente, gostaríamos muitíssimo de saber a quem exactamente pertencem essas estranhas múmias, também encontradas em Bahariya e em compartimentos isolados, todas elas desprovidos de sarcófagos. E agora, observe com bastante atenção o curioso rosto da múmia à direita.


Bizarro e incompreensível rosto dessa estranha estátua, datada de cerca de 10 mil anos atrás e portanto relativa aos chamados tempos "pré-históricos", mostrando os detalhes de uma criatura absolutamente desconhecida que inclusive usa roupa do tipo metálico - logicamente uma entidade extraterrestre. É importante ressaltar que essa estatueta, originária de uma cultura pré-histórica desconhecida, foi encontrada em um outro continente e em um sítio arqueológico portanto BEM DISTANTE DO EGITO! E os arqueólogos a chamam de "O Homem com a Cabeça de Bagre", obviamente uma manifestação artística, ou de culto, dos primitivos habitantes do nosso planeta, que efectivamente só retratavam aquilo que viam. Tudo isso prova a subtil e mais marcante característica do Realismo Fantástico, um maravilhoso quebra-cabeças cujas peças esparsas sempre se encontram, em algum lugar mais adiante, tornando-se um mosaico compreensível, uma paisagem intensamente lógica..... Mas sempre, invariavelmente, única e tão-somente quando chega o seu devido tempo!

Não restam mais quaisquer dúvidas (ou somente não enxergam aqueles que não querem, ou ainda os que comodamente fingem que não vêem)! Uma estranha raça, não se sabe vinda exactamente de onde e dotada de enormes crânios, esteve misturada à população da antiga civilização egípcia! Notem os expressivos detalhes da cabeça desta múmia de um príncipe, cujo nome era Pa-Seb-Kha-en-Pet, originária da XXI Dinastia e em exposição no Brooklyn Museum!

E o quê exactamente podemos dizer sobre esta outra, encontrada em Tebas e que oficialmente foi classificada como pertencente a "uma criança"..... E que "criança" mais marota é mesmo esta! Na verdade há "110 por cento" de chances de ser uma criatura alienígena - ou uma estranha combinação entre "eles" e a antiga raça egípcia. Observe com bastante atenção o formato do crânio: veja as dimensões, a subtileza dessa forma; olhe bem onde a orelha está situada, quase na nuca! Preste atenção agora nas cavidades oculares, no nariz, na boca, e também na reduzida estatura. Aliás, se esta múmia é de fato alienígena, NÃO TERÁ SIDO A ÚNICA ENCONTRADA - e que portanto, dado ao seu carácter insólito, a sempre actuante "central de contra verdades" e o seus hábeis prestidigitadores abafaram!



Agora, responda rápido: - Por que exactamente os mumificadores e os sacerdotes que supervisionavam esses rituais no Antigo Egipto não preservaram os cérebros de todas as múmias? Fígado, pulmões, estômago e intestinos eram também mumificados e guardados em recipientes denominados Canopos, cada um sob a protecção de uma divindade mágica e que acompanhavam as múmias nas suas tumbas. Através de uma técnica cirúrgica refinadíssima e além de tudo avançada, de fazer inveja aos nossos modernos médicos legistas, a vértebra Atlas era retirada da base do crânio e por ali o órgão era extraído com notável integridade e precisão. Por que então exactamente esses cérebros, como também os corações, eram ocultados ou provavelmente destruídos, eliminado assim todos os seus vestígios? Seria pelo facto de que eram "diferentes", muito diferentes dos da nossa humanidade??? Outra pergunta cuja resposta afirmativa pode ter, diria, "150 por cento" de probabilidades de ser a correcta!

Esses são os chamados Vasos Canopos, que acompanhavam as múmias nas suas últimas moradas, contendo fígados, pulmões, intestinos e os estômagos dos soberanos mumificados. Os antigos egípcios não eram tolos. Muito pelo contrário, extremamente versados em Medicina e Anatomia, SABIAM - assim como o atestam diversos papiros médicos - exactamente as funções cerebrais e cardíacas, relativas aos órgãos mais importantes da estrutura humana.

 Então, por que motivo exactamente desapareciam com eles, não tendo sido sequer um deles encontrado devidamente preservado - assim como, e devido à lógica, deveriam tê-lo sido até hoje

O Passado tem mesmo muito a revelar! Ao contrário daquilo que nos fazem crer, a Cruz não é um símbolo moderno ou essencialmente cristão. As Tradições dizem que desde os tempos da perdida Atlântida ela já era utilizada através de um sagrado simbolismo, daí passou para o Antigo Egipto, continuando a sua trajectória através das mais antigas culturas! O que você vê, à esquerda, é a antiquíssima cruz que se convencionou chamar de Celta. Na verdade, de Celta ela não tem nada, e este exemplar em pedra, cuja altura é de 2,10 metros, é extremamente antigo e sobretudo único, não se sabendo a sua exacta origem. Contudo, antigos documentos em poder de Fraternidades Iniciáticas autênticas descrevem a sua imagem - considerada uma das mais antigas formas de "cruz" - sob o estranho nome de "ABERLEMNO". Crichton Miller é um pesquisador e executivo escocês, estudioso dos mistérios das antigas civilizações, e observando bem a fundo essa antiga "cruz" chegou a patentear na Inglaterra, sob o número GB-2-344-654-A, a sua réplica, mostrada na foto da direita. E o que tem de especial nesta antiga "cruz", agora revivida nos modernos tempos do Século XXI? Simplesmente Miller descobriu que ela é um esboço, uma representação puramente técnica, de um antigo instrumento que os Antigos Egípcios se utilizaram para navegar pelos oceanos de todo o mundo, construir seus espantosos monumentos e até mesmo - muito mais anteriormente do que eles - utilizado pelos misteriosos construtores dos complexos megalíticos de Stonehenge! Trata-se de um fantástico e altamente preciso instrumento para medição de ângulos, das inclinações, das distâncias e prumos; SUBSTITUI PORTANTO O TEODOLITO; avalia distâncias siderais; posiciona qualquer estrela do nosso firmamento, e etc.! Miller afirma que este antigo instrumento, dada a sua incrível acurácia técnica, foi a base da Geometria, da Matemática, da antiga Astronomia, da Cartografia e até mesmo da medição do tempo! Daí, portanto, a pergunta que logicamente surge é: - DE ONDE PRECISAMENTE TERIA VINDO ESSA ESPANTOSA TECNOLOGIA?

Não importa de onde tenha vindo - Atlântida, Lemúria ou quem sabe do próprio espaço sideral. O fato é que funciona mesmo! E para que não haja mais quaisquer dúvidas, vemos, à esquerda, o certificado de patente concedido pelo Governo Britânico a esta espantosa ressurreição de uma tecnologia muito antiga, cuja desconhecida origem se perde na noite dos tempos. E convém saber que na Inglaterra somente são concedidas patentes a artefactos que efectivamente se mostrem capazes de produzir os resultados e os efeitos a que se destinam! Aliás, os mais severos testes foram efectuados pelo próprio Miller em navegações marítimas e em diversas medições astronómicas e topográficas – todos eles inquestionavelmente exactos, além de precisa e altamente satisfatórios sob o ponto de vista técnico!

Este é o calendário Azteca, erigido em um enorme bloco rochoso e dotado de formato circular, tendo ao centro o rosto de uma divindade. Na verdade, de "calendário" ele não tem nada e segundo alguns engenheiros astronáuticos trata-se mesmo do ainda incompreensível esquema técnico de uma máquina voadora.... A mesma que hoje em dia chamamos de UFO! E para aqueles que estão estudando, alertamos que a grafia correcta na Língua Portuguesa é com "s"= Asteca. Usamos, porém, propositadamente a grafia Azteca, uma vez que aquele povo nas suas antigas tradições chamava um perdido continente tragado pelas águas do oceano de AZTLAN, daí tendo derivado o nome da sua civilização. Sabia disso?



Na foto, um atónito membro de uma expedição arqueológica dinamarquesa, examina um dos imensos pilares do antiquíssimo Templo de Hoysalesvara, Índia – em tempos imemoriais inteiramente escavado em uma montanha, tendo sido todos esses pilares erigidos em únicos e pesadíssimos blocos de pedras. E além de tudo incrivelmente fresados através de um maquinário!!! Sim, tudo isso foi cortado e trabalhado à máquina..... E por sinal mediante um tipo de tecnologia da qual ainda hoje não dispomos!!

E aqui vê uma outra imponente edificação situada em Uxmal, México, e também supostamente atribuída à Civilização Maia. São verdadeiros prodígios arquitectónicos e, na verdade, obras de uma civilização desconhecida e muito mais antiga. E que, na falta de um nome melhor e mais apropriado, a História clássica por vezes timidamente reconhece e define como "Toltecas, Zapotecas, Xiús" – e tantos outros nomes mais pomposos e no entanto desprovidos de qualquer significação, uma vez que NADA se sabe sobre esta perdida e muito evoluída cultura de um passado remotíssimo.

Os Maias e os Aztecas certamente devem ter se apropriado dos seus monumentos, templos e demais edificações, já que certamente os acharam abandonados desde há milénios!

E sabia o que muitas dessas fantásticas edificações têm em comum? A maquete acima, exposta no Museu Americano de História Natural, em Nova York, mostra a estrutura interna do chamado Templo dos Troféus, situado nas ruínas de Palenque, México - também uma outra "obra da Civilização Maia".

Maia, será???

Repare bem naquilo que tanto chamou a atenção dos arqueólogos: isso mesmo! Inteiramente cortado, moldado e trabalhado no interior de uma montanha! 
Algo que a nossa moderna Engenharia teria muita dificuldade em emular, mesmo tendo ao seu dispor os imensos recursos técnicos!!! E nunca é demais repetir que o conquistador espanhol Hernan Cortéz passou por essas ruínas sem se dar conta, já que estavam encobertas pelas espessas selvas e até mesmo os indígenas, estes sim remotos descendentes dos Maias, desconheciam a sua existência."


NOTA: as fotos não correspondem exactamente ao relatado no texto...




quinta-feira, agosto 03, 2017



"APARTA DE MIM OS TEUS OLHOS QUE ME ENTONTECEM"
in "Cântico dos Cânticos"

(...)
"Oh! Bienheureux le simple qui ose, sans respect humain, saluer le Maître à son passage quel que soit son visage: foudre, enthousiasme, honte, terreur ou secousse érotique, miséreux ou artiste. Machiavel ou Jesus. "Cela" qui réveille l'Esprit en toi, est un geste d'appel du Maître de ton âme. ...
Ses moyens sont multiples: désir, remords, soif d'exces ou d'infini, impulsion créatrice; c'est toujours la brûlure du FEU enseveli, et qui, fusant de temps à autre, transforme ton être en volcan.
On parle toujours de ton âme, on ne parle jamais du feu.
Cependant ton âme d'être imparfait est complexe, si complexe que ses éléments anarchiques peuvent soulever en toi des mouvements sans lien apparent, et tu ne te reconnais plus toi-même.
Mais il n'y a qu'un FEU au monde, dont les manifestations sont multiples."


L' OUVERTURE DU CHEMIN de ISHA Schwaller de Lubicz

UM OLHO GIGANTE



Todas as galáxias passam por um estágio explosivo periódico. La Violette calcula que a última vez que nossa galáxia se tornou ativa foi por volta de 3 mil anos atrás. Ele acreditava que essa explosão do centro da galáxia possivelmente tenha durado mil anos. Esse autor nos diz que, da perspectiva da Terra, essa incrivel emissão de luz seria modelada como um olho gigante no céu entre Sagitário e Escorpião. Além de se assemelhar a um olho, para nosso antigos ancestrais essa explosão galáctica gigantesca também se assemelharia a um útero. E a visão de um útero galáctico abrilhantando os céus noturnos, por cerca de mil anos ou mais, pode ter dado origem ao mito de Isis. Em seu apelo como mãe da criação, é durante essa fase explosiva que a face de Isis finalmente se revela. Após essa fase brilhante de nascimento, após o centro explosivo ter se tornado finalmente tranquilo, Isis, mais uma vez, torna-se a Deusa do Véu Escuro, cuja face torna-se outra vez oculta à nossa visão.


O centro de nossa galáxia tem um brilho milhares de vezes maior do que qualquer outra parte do corpo ga. Contudo, devido a poeira e aos escombros, essa presença maravilhosa se oculta à nossa visão. Os véus escuros de Isis estão estendidos entre nosso planeta e o centro de criação.


A inscrição no templo de Isis, em Sais, estabelece que o fruto que ela gerou é o Sol. Nossa estrela local radiante emergiu da poeira proveniente dos espasmos da fornalha ardente, que repousa no centro de toda a criação em nossa galáxia. De fato, pode-se dizer que tudo o que é - toda a natureza, seres humanos e até mesmo a consciência humana - veio originalmente desse útero da galáxia. Se ela é Isis, então nossa galáxia é a Grande Mãe, a Criadora e a Força Feminina a partir da qual tudo emerge, com seu útero grávido contínuamente dando à luz milhões de Horus ou estrelas que brilham em seu corpo celeste. Esse conhecimento dos fogos internos e gases comprimidos da criação, queimados e transmutados no cadinho de seu útero, repousa no coração da tradição ocidental da alquimia.

(IN JANELA DA ALMA)

segunda-feira, novembro 07, 2016

NUMA VIAGEM AO EGIPTO...



Uma transcrição alterada pela minha própria experiência que se assemelha em muito com a autora do texto original. E PORQUE  ME LEMBREI FORTEMENTE DELA…





A Deusa Sekhmet

... “A maioria das estátuas que existem de Sekhmet encontram-se em museus. Houve uma, no entanto, que vi no antigo Templo de Karnac numa ruina insignificante que quase ninguém dá por ela e que nem sequer é visitada pela grande maioria dos turistas que diariamente aí vão. Quando entrei nesse pequeno círculo onde ela se encontra, com espaço para poucas pessoas, fixei os meus olhos nela e me senti como se estivesse na presença de uma figura muito forte e protectora.”

...Senti -A VIVA e à sua força imanente, cheia de pujança, como se ela vibrasse ainda para lá dos tempos naquela imagem escondida da grande maioria dos turistas e disseram-nos que as pessoas que a guardavam conheciam o seu Mistério profundo e actual...tal como a autora, embora houvesse homens, "eu viajava com um grupo de mulheres e todas nós sentimos como se tivéssemos entrado num santuário…"

“Essa Estátua de Sekmet era uma escultura alta, feita de pedra de basalto escuro e macio. Estava sobre uma base rente ao chão; a mais alta de entre nós mal lhe chegava aos ombros. O seu rosto de leoa, não só era muito sereno como bondoso. Na cabeça ostentava um símbolo de poder, uma grande representação do disco solar com o aureus, a cabeça erecta da cobra ao centro. Na sua mão direita segurava a ANKh, símbolo da vida eterna (e Chave da Vida), com o braço ao lado do corpo. (…) A única fonte de luz no pequeno recinto irradiava de uma abertura no teto iluminando a câmara escura,” pois se travava com efeito de uma Câmara.

A Grande Deusa era a incorporação da Terra em seus ciclos, muito mais do que o sol e a lua em suas fases: ela era a criadora que traz a vida, a que a preserva e a destruidora dessa mesma vida. As mulheres em geral, tomam contacto com o aspecto sombrio da Deusa, principalmente quando ficam velhas.
(…)
JEAN SHINODA BOLEN

In AS DEUSAS E A MULHER MADURA

quarta-feira, outubro 19, 2016

O NASCIMENTO ESPIRITUAL



- Na Deusa Selvagem, você conta uma experiência que teve num templo no Egipto, onde sentiu as contracções de um parto. Experiências dessa natureza são igualmente de júbilo?


- Completamente. Eu estava em viagem no Nilo. Estava a visitar o templo de Denderah, mais precisamente na cripta do templo de Ísis-Hathor. Em frente a um muro, mergulhada na obscuridade eu senti, é verdade, violentas contracções de parto. Eu voltei-me para a parede, com os olhos fechados e vi interiormente os cornos de Hathor, o seu disco vermelho, com o sentimento de estar a ser arrastada numa dança de electrões. Depois destas duas experiências, tomei conhecimento que os hieróglifos de um lado da parede figuravam um texto sobre o nascimento físico, e do outro lado um texto sobre o nascimento espiritual. Só as mulheres podem viver estas sensações. Talvez porque elas por definição são mais abertas e prontas a aceitar deixarem-se tomar por forças, energias que as ultrapassam.


Joelle de Gravelaine

ISIS



A transformação física


Transformação ou deificação do corpo físico é um tema evidente na tradição esotérica egípcia. É evidente a partir da ciência antigos egípcios e práticas religiosas. O objetivo era a transformação das características físicas que se tornariam as forças eternas, metafísicas ou overlegemlige. Esta transformação resultou na possibilidade de utilização de um corpo superior e mais fino. É um processo que foi aludido em muitas antigas religiões de mistério, mas que nunca foi tão claramente formulado como escrituras sagradas do Egito.
As pessoas poderiam ser levantadas a uma maior expressão da existência. O mesmo poderia ser deuses.
O axioma hermético diz:


"Como acima, assim abaixo.
Como no grande assim no muito pequeno.
Tal como no interior, portanto, também no exterior ".
Estas forças não foram, portanto, restrito deuses. Ras energia solar é transferido por exemplo diariamente para toda a vida, como proclamado nesta solmantra:
"Eu estou convosco todos os dias,
de tal modo que todas as partes do corpo
pode ser renovada por sua luz ".


Este conhecimento das possibilidades de transformação não foi reservado para o sacerdócio ea consagrada. Fora do templo eram deuses transformando forças conhecidas e reconhecidas, e egípcios comuns tentou contatá-los através de invocações e cerimônias. Apelou a ISIS, porque você sabia que seu poder mágico revogada influências destrutivas, enquanto Sakhmet possuía a capacidade de remover a doença. E os túmulos foram a mais poderosa força de transformação que poderia acumular a uma força que a alma poderia usar continuamente na vida após a morte.

segunda-feira, maio 09, 2016

Abelhas Rainha - Antigo Egito


As Abelhas no antigo EGITO:

O Egito era uma federação (uma federação é a união de vários estados). Os principais estados da federação egípcia eram o Alto (capital Tebas, hoje Luxor) e Baixo Egito (capital Menphis, no hoje Cairo). Cada um dos dois estados tinha uma coroa: Branca era a coroa do Baixo Egito, e vermelha era a coroa do Alto Egito. O rei (O Faraó) da federação utilizava uma coroa combinada. O título dado ao rei era NyswBit, onde Sw significa Alto Egito, e Bit significa Baixo Egito.
O nome Sw significa papiro, o principal produto do Alto Egito; o nome Bit significava Abelha, símbolo do Baixo Egito. Ny é um adjetivo que significa "estar por cima, sobre a alguma coisa";
A 350 a.C. o desenho da abelha foi consagrado como símbolo do Faraó Rei.
Uma imaginação de um Rei da comunidade das abelhas (na verdade uma Rainha, pois Ísis dava ao Faraó o seu Poder para governar o Egito, a colméia). O vestígio que comprova a criação de abelhas em colméias no antigo Egito é encontrado no templo da 5º dinastia da era dos Faraós (2.500 a.C.).
Era um símbolo da realeza no Antigo Egito e dizia-se que esse inseto havia sido gerado a partir das lágrimas de Rá, o deus-sol egípcio. Sua imagem mais difundida é a de símbolo da alma Divina humana. Os opostos bem/mal, também se encontram simbolizados nela. O mal encontra-se simbolizado pelo ferrão e o bem pelo mel e seus derivados. As abelhas também foram domesticadas no Antigo Egito, e forneciam tanto mel como cera.
A cor do mel é o amarelo, uma das três cores da chama trina, que representa o Cristo, é símbolo da paz e DA SABEDORIA espiritual. Está associado ao ouro, à luz do sol, ao intelecto ILUMINADO pelo amor incondicional do coração, à fé e bondade, vigor, força e entusiasmo. É um símbolo da eternidade, da criação, da transfiguração e da meta a ser alcançada na busca espiritual. É a cor da maturidade que emerge da escuridão. Na alquimia encontra-se ligado ao ouro alquímico da transmutação. É considerada a cor da terra fértil e da harmonia entre os princípios opostos e complementares masculino e feminino, obtida através do conhecimento, sabedoria (SOPHIA). No islã, o amarelo ouro é a cor dos homens sábios e na China é a cor do imperador.
("de Childeric o rei"), o que identificou a tumba.
Composição do pólen:
O pólen contém basicamente:
30% de água, 10 a 36% de proteínas, 20 a 40% de glucídeos, 1 a 20% de lipídios (gorduras) (mas usualmente não mais que 5%), 1 a 7% de matérias minerais (apresenta cálcio, cloro, cobre, ferro, magnésio, fósforo, potássio, silício, enxofre, alumínio, ferro, manganês, níquel, titânio e zinco), além de resinas, matérias corantes, vitaminas A, B, C, D, E, enzimas e coenzimas.
Os principais aminoácidos encontrados em sua composição são principalmente: arginina, histidina, isoleucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e prolina (o mais abundante). São observados também carboidratos (cerca de 29%) que são formados por açúcares reduzidos e quantidades insignificantes de glicose, frutose, rafinose e amido.
Como o valor alimentar do pólen de diferentes fontes, varia grandemente (de 7,02% nos Pinus a 35,5% nas Palmaceas), uma mistura de diferentes fontes botânicas é necessária para propiciar uma dieta balanceada e é isso que a abelha costuma fazer de modo que, em média o pólen coletado por abelhas compara-se em conteúdo protéico com o dos feijões, ervilhas e lentilhas.
O pólen apresenta uma composição química altamente complexa e provavelmente até agora não totalmente elucidada, tendo condições de fornecer praticamente todas as substâncias indispensáveis ao bom funcionamento do organismo humano.
A utilização do pólen como complemento alimentar para o organismo humano exerce uma ação tripla sobre o mesmo, pois além de atuar sobre o crescimento, regula as funções intestinais e o sistema nervoso, e finalmente fortifica o organismo de uma maneira geral. O alimento oferecido pelas abelhas para a humanidade é como uma oferta do amor de Deus, obtido através da captação da beleza das flores, coletadas pelas abelhas e transformada em pólen, mel, cera, própolis...


"DAT ROSA MEL APIBUS" (A Rosa dá o Mel às Abelhas) é um conhecido símbolo Rosacruz.

Incontáveis, organizadas, laboriosas, disciplinadas, infatigáveis, as abelhas não se diferenciam das formigas, como elas símbolos das massas submetidas à inexorabilidade do destino (homem ou Deus) que as acorrenta, se, além disso, não tivessem asas e canto, e não sublimassem em mel imortal o frágil perfume das flores. É quanto basta para conferir elevado alcance espiritual ao seu simbolismo, paralelamente ao temporal. Operárias da colméia, comandadas por UMA RAINHA, que se pode comparar com maior propriedade a um alegre ateliê do que a uma sombria usina, as abelhas asseguram a perenidade da espécie. Mas, quando consideradas individualmente, na qualidade de animadoras do universo entre a terra e o céu, podem também simbolizar seu princípio vital, materializar a alma. Nesse duplo aspecto – coletivo e individual, temporal e espiritual – é que consiste a riqueza de seu complexo simbólico por toda parte em que é testemunhado.
Ao comentar Provérbios 6:8 – Vá observar a abelha e aprenda como ela é laboriosa, São Clemente de Alexandria acrescenta: Pois a abelha se serve das flores de um prado inteiro, para com elas fabricar um só mel. Imitai a prudência das abelhas, recomenda Teolepto de Filadélfia, citando-as como exemplo na vida espiritual das comunidades monásticas.
Para os nosairitas, heresiarcas muçulmanos da Síria, ALI, O Leão de Aláh, é o príncipe das abelhas, as quais, de acordo com certas versões, seriam os anjos, e, segundo outras, os crentes: os verdadeiros crentes se assemelham às abelhas, que escolhem para si as melhores flores.
Na linguagem metafórica dos dervixes Bektachi, a abelha representa o dervixe e o mel é a divina realidade (o Hak) por aquele buscada. Da mesma maneira, em certos textos da Índia, a abelha representa o espírito que se embriaga com o pólen do conhecimento.
Personagem de fábula para os sudaneses e para os habitantes situados dentro da curva do rio Níger, ela já é símbolo da realeza na Caldéia, muito antes de ser glorificada pelo Primeiro Império francês. Esse simbolismo da realeza ou do império é solar, tal como atesta o antigo Egito, por um lado associando-o ao raio e, por outro, declarando que a abelha teria nascido das lágrimas de Rá, o deus do Sol, ao caírem sobre a Terra.
Símbolo da alma, a abelha é por vezes identificada com Deméter na religião grega, em que pode simbolizar a alma descida aos infernos; ou então, ao contrário, materializar a alma saindo do corpo. Pode-se reencontrá-la na Caxemira e em Bengala, em numerosas tradições indígenas da América do Sul, como também na Ásia Central e na Sibéria. Finalmente, Platão afirma que as almas dos homens austeros reencarnam-se sob a forma de abelha.
Figuração da alma e do verbo – em hebraico, o nome da abelha, Dbure, vem da raiz Dbr, palavra -, é normal que a abelha desempenhe também um papel iniciático e litúrgico. Em Elêusis e Éfeso, as sacerdotisas são chamadas de abelhas. Virgílio ressaltou suas virtudes.
Encontramo-las representadas nos túmulos como sinais de sobrevivência além-morte, pois a abelha torna-se símbolo de ressurreição. O inverno (três meses), durante o qual parece desaparecer, pois não sai de sua colméia, é comparado ao período (três dias) durante o qual o corpo de Cristo fica invisível, após sua morte, antes de reaparecer ressuscitado.
A abelha simboliza, ainda, a eloqüência, a poesia e a inteligência.
A lenda sobre Píndaro e Platão (abelhas teriam pousado sobre os lábios de ambos, quando ainda crianças de berço) é repetida com relação a Ambrósio de Milão: as abelhas roçam-lhe os lábios e penetram em sua boca. O conceito de Virgílio, segundo o qual as abelhas encerram uma parcela da divina Inteligência, permanecia vivo para os cristãos da Idade Média. Reencontra-se então o valor simbólico do zumbido, verdadeiro canto da abelha.
Um sacramentário gelasiano faz alusão às extraordinárias qualidades das abelhas que extraem o pólen das flores roçando-as apenas, sem tirar-lhes o viço. Elas não dão à luz; graças ao trabalho de seus lábios tornam-se mães; assim também o Cristo emana da boca do Pai.
Por causa de seu mel e de seu ferrão a abelha é considerada o emblema do Cristo: por um lado, Sua doçura e Sua misericórdia, e por outro, o exercício de Sua justiça na qualidade de Cristo-juiz. Muitas vezes essa figura é evocada pelos autores da Idade Média; para Bernard de Clairvaux (SÃO BERNARDO), simboliza o Espírito Santo.
Os celtas revigoravam-se com um vinho adoçado pelo mel, e com o hidromel. A abelha, cujo mel era utilizado na preparação do hidromel ou licor da imortalidade, era objeto na Irlanda de estrita vigilância legal. Um texto jurídico gaélico da Idade Média declara que a nobreza das abelhas vem do paraíso, e foi por causa do pecado do homem que as abelhas teriam saído de lá; Deus derramou sua graça sobre elas, e é por esse motivo que não se pode celebrar a missa sem a cera. Embora seja este um texto tardio e de inspiração cristã, ele confirma uma tradição muito antiga, pois seu vocabulário ainda apresenta vestígios dessa tradição (a palavra galega cwyraiid, de cwyr, cera, significa perfeito, consumado, e o irlandês moderno céir-bheach, literalmente cera de abelha, designa também a perfeição). O simbolismo da abelha evoca, portanto, entre os celtas como também em outros lugares, os conceitos de sabedoria e de imortalidade da alma.
O conjunto de características recolhidas em todas as tradições culturais denota que por toda parte a abelha surge, essencialmente, como que dotada de uma natureza ígnea, como um ser feito de fogo. Representa as sacerdotisas do templo, as pitonisas, as almas puras dos iniciados, o Espírito, a Palavra ; purifica pelo fogo e nutre com o mel ; queima com seu ferrão e ilumina com seu brilho. No plano social simboliza o senhor da ordem e da prosperidade, rei ou imperador e, igualmente, o ardor guerreiro e a coragem. Aparenta-se aos heróis civilizadores que estabelecem a harmonia por força do saber e do gládio.
Notar a estrutura hexagonal de uma colméia, a forma geométrica perfeita para a função da mesma.
Um símbolo maçônico antigo que é raramente usado hoje, mas era muito popular no século 19 é o símbolo da abelha e da colméia. A abelha sempre simbolizou indústria, trabalho, sabedoria, regeneração e obediência desde o início da era cristã e na verdade foi simbólica das mesmas virtudes para os antigos caldeus, egípcios e romanos e outras civilizações antigas. A colméia é, naturalmente, uma estrutura construída com muito lógica e harmonia - um milagre de engenharia natural - e tem, portanto, um significado especial para os maçons que estudam a construção de personagens e estruturas. A grande perda para os maçons foi não entender que uma colméia e suas abelhas é uma estrutura essencialmente ordenada, construida, mantida e regida PELA ENERGIA FEMININA DA RAINHA da colméia.
Na tradição Cristã é o emblema de Cristo, de sua clemência (pela analogia do doce de seu mel), com sua justiça (por seu ferrão), e as virtudes Cristãs (por causa do modo exemplar e obediente que a abelha operária se comporta diante da abelha rainha).
CONCLUSÃO:
Como podemos observar as ABELHAS E SUAS COLMÉIAS sempre foram consideradas sagradas em todas as culturas antigas de todas as civilizações de todos os tempos. Parece que somente nos dias atuais a sua existência esta sendo posta em risco pelo homem moderno assim como a produção de tudo QUE É BOM (Alimentos), BELO (Flores) E VERDADEIRO (O trabalho), proveniente da obra desses minúsculos seres que são comandados por UMA RAINHA (A Energia Feminina criadora da Deusa), que executam sua missão enquanto estão sofrendo um processo de extinção pelo ataque da loucura do homem e sua "moderna civilização". Esse fato por si só deve ser considerado como um CLARO SINAL dos tempos em que vivemos, em que a destruição de tudo QUE É BOM, BELO E VERDADEIRO é a consequência dos atos insanos de uma civilização à beira do abismo.


Adri Marin : Abelhas Rainha - Antigo Egito.

terça-feira, dezembro 22, 2015

DEPOIS VINHAM OS CAMINHOS



Depois, vinham os caminhos misturados. A seiva escura já em salmos. A paz que te cantei toda de vento. E todo o saber de que tens merecimento.
Antes, estiveram os vates encostados aos fogos, vestes na fonte enegrecida do Logos.
Esperei sempre por ti no cume das coisas, e, sempre sem ti, fui por entre mim as indistintas outras. Cosas loucas. Vestes nuas. Criaturas. Negras marés. Fontes tantas. Outras chuvas. Rosas. Sóis. O instante. O servo… o medo. Dói.
Sou a dor petrifica
da em todos os lençóis.
Uma chama em gelo, um gelo que queima, um lagar de azeite nas cruentes formas.
Um girassol além, sorrindo na distância de um astro sem nome e, sabendo tudo da minha fome.


AMÉLIA VIEIRA (poeta)

sábado, outubro 24, 2015

O KA

A transformação física

"A Transformação ou deificação do corpo físico é um tema evidente na tradição esotérica egípcia. É evidente a partir da ciência dos antigos egípcios e das suas práticas religiosas. O objetivo era a transformação das características físicas que se tornariam as forças eternas, metafísicas ou  transcendentes. Esta transformação resultaram na possibilidade de utilização de um corpo superior e mais fino. É um processo que foi aludido em muitas antigas religiões de mistério, mas que nunca foi tão claramente formulado como escrituras sagradas do Egito.
As pessoas poderiam ser elevadas a uma  expressão superior da sua existência. Os mesmos poderim  ser deuses.

Axioma hermético diz:

"o que  está em  acima, é igual ao que em baixo.
Assim como está no grande está no muito pequeno.
Tal está como no interior, e portanto, também no exterior ".


Estas forças não foram, portanto, restritas a deuses. Ra a energia solar é transferida por exemplo diariamente para toda a vida, como proclamado neste sol-mantra:

"Eu estou convosco todos os dias,
de tal modo que todas as partes do vosso corpo
possam ser renovadas por minha luz ".


Este conhecimento das possibilidades de transformação não foi reservado para o sacerdócio e a consagração. Fora do templo eram deuses transformando forças conhecidas e reconhecidas, e os egípcios comuns tentavam contatá-los através de invocações e cerimônias. Apelavam a  ISIS, porque  sabiam  que o seu poder era mágico e  revogada as influências destrutivas, enquanto Sakhmet possuía a capacidade de remover a doença. E os túmulos foram a mais poderosa força de transformação que poderia acumular a uma força que a alma poderia usar continuamente na vida após a morte."

que entres em minha casa com respeito

 


Só te peço que entres em minha casa com respeito. Para te servir não necessito da tua devoção mas sim da tua sinceridade. Nem das tuas crenças, se não da tua sede de conhecimento. Entra com os teus vícios, os teus medos e os teus ódios, desde os maiores aos mais pequenos. Posso ajudar-te a dissolve-los. Podes olhar-me e amar-me como fêmea, como mãe, como filha, como irmã, como amiga, mas nunca me olhes como uma autoridade a cima de ti mesmo. Se a devoção a um deus qualquer é maior que a que tens por Deus que há DENTRO de TI, o ofendes a ambos e ofendes ao UM.