" Ó Tot, que falta fazer às crianças de NUT ? Elas fomentaram a guerra, suscitaram querelas, causaram desordem, fomentaram a rebelião, massacraram, procederam a prisões, em suma, abateram o que era grande, em tudo o que criei. Demonstra a tua força, Tot - , diz Atum.
- Tu não deves tolerar o erro, não deves sofrê-lo! Encurta os seus dias, retira os seus meses, porque eles secretamente destruiram tudo o que tu criaste! - Eu estou de posse da tua paleta, ó Tot, e eu trago-te o tinteiro. Eu não estou entre estes fazedores de secreta destruição; é por isso que não me destruirá, uma morte rápida não terá poder sobre mim. "
In O LIVRO DOS MORTOS DO ANTIGO EGIPTO
O MON COEUR DE MA MÈRE... TU ES LE KA DE MES TRANSFORMATIONS Isha Schwaller de Lubicz
sábado, abril 28, 2007
O GATO NO ANTIGO EGIPTO
A Deusa com cabeça de gata, Bastit, era a irmã de Sekhemet da qual ela representava o aspecto doce. Ela bebe leite enquanto que Sekhemet bebe sangue...
(...)
Algumas vezes Bastit tem na sua mão a cabeça de Sekhemet, para mostrar que ela pode esconder esse outro lado...
O gato era o animal sagrado em Bubaste,onde Bastit tinha o seu Templo; os gatos eram intocáveis e quando morriam eram embalsemados. O gato tem um aspecto lunar e um aspecto solar. Ele é dotado de uma extraordinária flexibilidade da coluna vertebral e dum poder energético intenso.
In HER-BAK “DISCIPLE” ( Isha S. De Lubicz)
(...)
Algumas vezes Bastit tem na sua mão a cabeça de Sekhemet, para mostrar que ela pode esconder esse outro lado...
O gato era o animal sagrado em Bubaste,onde Bastit tinha o seu Templo; os gatos eram intocáveis e quando morriam eram embalsemados. O gato tem um aspecto lunar e um aspecto solar. Ele é dotado de uma extraordinária flexibilidade da coluna vertebral e dum poder energético intenso.
In HER-BAK “DISCIPLE” ( Isha S. De Lubicz)
quinta-feira, abril 26, 2007
Sonatas e prelúdios...
Lembras-te, foi em Tentyres,
quando a deusa com máscara de gata dançou
e lançou um feitiço quando te viu?
Levou-te com ela... desde aí fiquei só.
(...)
Leva-me contigo ao Egipto,
vamos na direcção norte-sul, ver a tua Mastaba,
Quero ver o Serdab.
Tenho saudades da terra vermelha
e de contigo andar e olhar o sol a brilhar.
Anda comigo a Dendera,
ver Hathor, ouvir cantar:
Adoro a mulher dourada
louvo a sua majestade celebro a senhora do céu
canto os louvores a Hathor e à sua gloria soberana
Lembras-te, foi em Tentyres,
quando a deusa com máscara de gata dançou
e lançou um feitiço quando te viu?
Levou-te com ela... desde aí fiquei só.
(...)
Leva-me contigo ao Egipto,
vamos na direcção norte-sul, ver a tua Mastaba,
Quero ver o Serdab.
Tenho saudades da terra vermelha
e de contigo andar e olhar o sol a brilhar.
Anda comigo a Dendera,
ver Hathor, ouvir cantar:
Adoro a mulher dourada
louvo a sua majestade celebro a senhora do céu
canto os louvores a Hathor e à sua gloria soberana
A CHAVE DA VIDA
MANUAL DE ASCENÇÃO
"Podes não te ver como um iniciado de uma moderna escola de mistérios, mas é isso que tu és. A maior parte das coisas que se ensinava aos iniciados da antiguidade está disponível, hoje em dia, de forma generalizada em livros, incluindo este. O mesmo ocorre, aliás, com os tipos de instruções que eram fornecidas para desenvolver as habilidades psíquicas. Se isto te surpreende, lembra-te de que, antigamente, a maioria da população não sabia ler e era governada por aquilo a que chamarias superstição primitiva. Mas tu tens ainda outra vantagem sobre os iniciados das antigas escolas dos mistérios: nesse tempo, a ascensão era uma experiência pessoal e individual; hoje em dia, porém, o planeta inteiro está a dirigir-se para uma ascensão planetária. Para que todos possam fazer as mudanças necessárias num curto lapso de tempo, muitos seres, tal como eu, estão a preparar o caminho para que vos seja possível acompanhar o passo do progresso do planeta. Portanto, estou aqui para vos falar da ascensão, da vossa iminente ascensão, e não de um acontecimento histórico distante. Estou a falar de mudanças que já estão a verificar-se e que se prolongarão ao longo dos próximos anos." (...)
(...) Agora, necessitamos de definir outro termo – espírito - porque, de facto, a tua noção acerca do que é o teu espírito, o meu espírito, o espírito dele, o espírito dela e assim sucessivamente, é um conceito linear, limitante e, muito simplesmente, errado. Quando fores capaz de transcender os níveis mais baixos da separação do plano físico, passará a haver somente ESPÍRITO – uma energia sempre mutável que é, e está, em unicidade consigo mesma. Trata-se de uma energia que tu conheces através de designações como «Deus», «Tudo O Que É», «Fonte», «Grande Espírito», etc.
Pela minha parte, neste livro, utilizarei o termo ESPÍRITO (com maiúsculas) sempre que me referir à unidade; quando houver necessidade de aludir à separação preferirei o termo «eu-espírito». Nesses casos, estarei a citar aquela porção individualizada do ESPÍRITO que relaciono contigo, com esta tua encarnação e com todas as outras experimentadas ao longo do tempo; também associarei «eu-espírito» com os níveis não físicos, mais elevados, do teu ser. Lembra-te, porém, de que uso esta definição apenas por questões de facilidade de entendimento, pois só há um ESPÍRITO. Serapis
sábado, março 24, 2007
OS SETE CAMINHOS
“Diz-me, ó Mestra do Templo Oculto! Podes dar descanso aos meus pés fatigados, que parecem Ter andado muito pelos caminhos poerentos da vida? Olhou-me longa e gravemente antes de me responder.
“Há sete caminhos abertos ante ti, ó Buscador! Sete degraus aguardam para serem galgados pelo homem que deseje entrar no meu reino secreto. Sete lições devem ser aprendidas pelos seres humanos que anseiem ver a minha face desvelada. Enquanto não tiveres percorrido todos estes caminhos, subidos todos estes degraus e aprendido de cor todas estas lições, não poderás Ter descanso para os teus pés nem para a tua alma.”
“. Sua voz meiga, que parecia vir de miríades de eons, ressoou pela Grande Sala do Templo. - Quais são esses caminhos, ó Mãe Divina?
Respondeu-me:
“Um é o Caminho que leva a Muitas Moradas, outro, a Via que conduz ao Deserto; terceiro, a Rua onde brotam Flores Vermelhas; quarto, a Subida para as Altas Montanhas; quinto, a Descida nas Cavernas Obscuras; sexto, o Caminho do Eterno Errar, e o sétimo e a via de Quietude Silenciosa”.
Perguntei: - Quais são esses sete degraus?
“O primeiro - disse Ela - é o das Lágrimas; o segundo, a Oração; o terceiro, o de Trabalho; o quarto, o Repouso; o quinto, o da Morte; o sexto, da Vida, e o último é o da entrega”.
E as sete lições que deve aprender o ser humano, ó Mãe! Quais são?
“O Prazer - respondeu - é a primeira e a mais fácil; a Dor é a Segunda; o Ódio a terceira; a Ilusão a Quarta; a Verdade a Quinta; o Amor a Sexta, e a Paz aprende-se por último”.
Ponderei a respeito do que ouvi.
A Mestra do Templo Oculto então se levantou e retirando-se da Grande Sala, vi nas suas costas uma estrela de ouro, e dentro da estrela, uma coroa resplandecente e duas meias luas de prata. Em baixo da coroa havia uma cruz branca, e ao redor da cruz, sete rosas vermelhas. Na parede do fundo de um azul carregado vi aparecer, de súbito, muitas palavras brilhando como jóias. E foi-me ordenado ler só as últimas dessas palavras.”
Ó meu coração de minha mãe, ó meu coração da minha mãe, víscera do coração das minhas diferentes idades, não te levantes contra mim em testemunho, não te oponhas a mim em tribunal, não mostres hostilidade contra mim na presença do guarda da balança!
Tu és o meu Ka que está no meu corpo, o Knum que torna prósperos os meus membros. Dirige-te para o bem, que nos está preparado no além! (...)
Não inventes mentiras contra mim perante o grande deus, senhor do ocidente! Vê: da tua nobreza depende seres proclamado justo.
in "LIVRO DOS MORTOS" do Antigo Egipto
Tu és o meu Ka que está no meu corpo, o Knum que torna prósperos os meus membros. Dirige-te para o bem, que nos está preparado no além! (...)
Não inventes mentiras contra mim perante o grande deus, senhor do ocidente! Vê: da tua nobreza depende seres proclamado justo.
in "LIVRO DOS MORTOS" do Antigo Egipto
(…)" Pensa em mim que não sonho senão com o teu clarão onde adormece o luxo alegre de uma terra e de todos os astros que conquistei para ti adoro-te e adoro os teus olhos e abri os teus olhos abertos a todos aqueles que viram e darei a todos os seres que os teus olhos viram vestidos de ouro e de cristal vestidos que deverão tirar quando os teus olhos os tiverem embaciado com o desprezo. Sangro no meu coração as iniciais do teu nome num estandarte que são todas as letras de que o z é a primeira no infinito dos alfabetos e das civilizações onde te amarei ainda, pois queres ser minha mulher e pensar em mim nos países onde já não existe termo médio.
O meu coração sangra na tua boca e volta a fechar-se na tua boca... Tu virás tu pensas em mim tu correrás nas tuas treze pernas cheias...
...Quero ver-te chegar como as fadas. "
In «A IMACULADA CONCEPÇÃO» de André Breton e Paul Éluard
ISIS
"A humanidade e a Terra estão a passar de um regime de energia masculina, activa, do Logos planetário para o encontro com a energia feminina. Isto significa que todas as pessoas precisam encontrar a energia feminina dentro delas. Existem muitos seres, fisicamente femininos, que ainda não encontraram a sua energia feminina oculta, profunda, ainda não encontraram a sua função Isis, a sua função de assistente daquilo que está separado. A capacidade que Isis tem de reconstituir o corpo fragmentado de Osíris - este poder materno que todos os seres têm dentro deles - é uma coisa muito mais misteriosa do que ser carinhoso para com as crianças."
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
ÍSIS
Nenhuma personalidade do panteão egípcio pode rivalizar com a deusa Ísis, sublime essência da alma de uma das mais excelsas e proeminentes civilizações da antiguidade e maga detentora do esplendor ofuscante que a conduziu até ao auge da popularidade. Surgindo na teologia heliopolitana como fruto dos amores entre o céu (Nut) e a terra (Geb), Ísis reinara com uma sabedoria incontestável nas Duas Terras, o Alto e o baixo Egipto, muito antes do nascimento das dinastias. O amor que unia Ísis a Osíris em ternos esponsais vestia a sua alma com uma felicidade que abraçava o Infinito. Todavia, em breve a doce melodia que tão mítica perfeição dedilhava na harpa da sua vida seria, pelas trevas, resumida a um rol de acordes dissonantes, orquestrados numa sinfonia de silêncio e dor.
in PORTAL MACÓNICO
in PORTAL MACÓNICO
sábado, fevereiro 10, 2007
ÍSIS, MÃE UNIVERSAL
"Embora Isis fosse considerada como mãe universal ela era venerada como protetora das mulheres em particular. Sendo aquela que dá a vida, que presidia sobre vida e morte, ela era protetora das mulheres durante o parto e confortava aquelas que perdiam seus entes queridos. Em Ísis, as mulheres encontravam o apoio e a inspiração para prosseguirem com suas vidas. Ísis proclamava ser, em hinos antigos, a deusa das mulheres e dotava suas seguidoras de poderes iguais aos do homem.
Esta Deusa é também freqüentemente representada como uma Deusa negra. Este fato está diretamente associado ao período de luto de Ísis (morte de Osíris), quando ela vestia-se de preto ou ela própria era preta.
As estátuas pretas de Ísis tinham também um outro sentido. Plutarco declara que "suas estátuas com chifres são representações da Lua Crescente, enquanto que as estátuas com roupa preta significavam as ocultações e as obscuridades nas quais ela segue o Sol (Osíris), almejando por ele. Conseqüentemente, invocam a Lua para casos de amor e Eudoxo diz que Ísis é quem os decide".
rosa volpato
Esta Deusa é também freqüentemente representada como uma Deusa negra. Este fato está diretamente associado ao período de luto de Ísis (morte de Osíris), quando ela vestia-se de preto ou ela própria era preta.
As estátuas pretas de Ísis tinham também um outro sentido. Plutarco declara que "suas estátuas com chifres são representações da Lua Crescente, enquanto que as estátuas com roupa preta significavam as ocultações e as obscuridades nas quais ela segue o Sol (Osíris), almejando por ele. Conseqüentemente, invocam a Lua para casos de amor e Eudoxo diz que Ísis é quem os decide".
rosa volpato
quinta-feira, janeiro 11, 2007
A VOZ DO ORÁCULO

NO PLANETA BABEL
- Haverá alguma palavra certeira ou incisiva sobre a espuma dos dias, que não seja de raiva ou de nojo? Pergunto ao Oráculo...
Diz-me a Voz:
- O teu mundo desmorona-se aos poucos debaixo do sol implacável ou das intempéries...
As suas sociedades consumistas convulsivas e demoniacas atrazam o seu fim na ilusão de Paraísos Artificiais à custa de vidas e sangue. Não há piedade entre os homens. Lentamente eles se matam uns aos outros sem apelo nem agravo...
AS mulheres, essas, parecem zoombies... esqueceram a Senha, a Palavra Mágica...Esqueceram os Templos Sagrados dos seus corpos e o Oráculo e agora é só o dinheiro que conta porque todos se vendem por míseráveis cobres. Nada mais ficou no Planeta Babel...
Era preciso uma nova Energia Cósmica dentro dos corações para que se descodificassem os sistemas aprisionados pelos fétidos homúnculos que envadiram a Terra há milhares de anos e que passam por homens. As mulheres tinham a Chave, mas abandonaram a vigília entregando-se à luxúria dos homúnculos que lhes apagaram os códigos de honra e as fornicaram com violência gerando doença e morte em vez de vida, fazendo filhos doentes e violentos que depois as espancaram ou cobriram de véus...Foram cobertas por machos imundos vindos de outros mundos que as possuiram e as vexaram até deixaram a raça impestada de vermes que rastejam na sua órbita à espera de dar o "golpe de miserecórdia” nesta humanidade putrefacta.
Se as mulheres não acordarem do seu sono milenar, se as mulheres não ouvirem a Voz do Útero que é a Terra a gritar, se não ouvirem dentro de si a voz da Deusa, morrerão asfixiadas pela sua cobardia e luxúria, odiando a mãe e a filha, repetindo este estranho padrão de sujeição a que os homúnculos sacerdotes guerreiros de vestes negras pregaram na sua religião de pederastas e violadores...
rlp
quarta-feira, janeiro 10, 2007
TERRA DE EXÍLIO OU PARAÍSO?
Tenho andado nestes dias a passear por ruas sujas e decadentes, becos sem saída, nojentos e pobres, prédios velhos, casas a cair de podres… a olhar os azulejos antigos, os castelos e as ruínas e sinto-me estranha... Talvez porque antropólogos andam a escavar estas ruas velhas e sujas de Lisboa a descobrir pedras romanas ou mouras, esqueletos com centenas de anos...
Não sei o que vejo, mas sinto uma espécie de nostalgia...de algo que foi ou que poderia ser e não é, de algo que me escapa e tenho pena...
Como me apercebi de súbito que como eu nunca estou presente na minha vida...é como se estivesse ausente de mim...não me lembro das coisas, não discorro o que faço...Vivi sempre com este cansaço e recusa inconsciente de estar no mundo. Sempre me senti deslocada, peixe fora de água, com um peso e um sentido de sacrifício enorme e não sei porquê...Porque nunca me senti feliz ou aberta para a vida, com esperança ou animo, entusiasmo em viver...a minha vida sempre me foi estranha e penosa, nunca teve nada a ver comigo...Tenho saudades de uma casa minha, de outro ser que fui e não me recordo, de um espaço ou lugar que nunca conheci, como se fosse apátrida ou exilada e penasse de um castigo qualquer inconsciente que me tolhe qualquer liberdade ou vontade de ser e viver...
Este ser que sou aparentemente quase nada tem a ver comigo e sofro com isso, carrego um fardo ao andar neste corpo que parece não ser o meu...Quem sou eu no fundo? Onde está a minha casa verdadeira, os seres que amo, os jardins que não reencontro...onde está a minha família de origem, os meus irmãos e irmãs de alma, os meus amigos e amigas de sempre, onde está essa grande alma que sempre me acompanhou...a mulher bela me isteriosa que me marca a imaginaçaõ de criança e com quem sempre sonhei mas que nunca encontrei...
Seria uma Deusa a quem rezei ou me devotei por inteiro?
Não sei...
Apenas sinto saudades...da minha verdadeira casa... da minha alegria genuína que me lembre nunca a vivi nesta vida. Queria tanto voltar para casa da minha Mãe....voltar para o seu Templo o seu jardim...Era tão doce e fresca a aragem, era todo a beleza de um jardim de árvores frondosas e flores abundantes que sorriam para mim e onde me sentia livre e segura como nunca me senti aqui...
Sufoco porque me faltam as fontes e a água pura de lagos, as árvores benignas à sombra das quais andava e fui feliz...tenho saudade da natureza, da vida genuína, da paz e da harmonia que não existe já há muito neste planeta, e que se extinguiu como se jamais tivesse existido.
Onde é que eu já vivi aquilo de que me lembro? Sinto-me como se fosse uma exilada do paraíso e vivesse aqui um inferno...
Estou tão cansada desta estada aqui; tão farta de ruídos e poluição, de carros, de gritos e ódios; da cegueira dos hoemns e da alienação humana; deste movimento incessante e inútil de autómatos amontoados em cidades mortas como lixo tóxico.
Esta terra é o meu exílio onde expio não sei que erro...
Porquê deuses...deusas, anjos e arcanjos e mais não sei que nomes lhes dar, aos elementais, aos gnomos e ondinas, as plêiadas e a sírios, a todos os seres de outras dimensões e que também partilham o sentido da existência mais pura neste universo.
Queria tanto acordar desta sensação penosa de como me vejo reduzida a ínfima espécie, a humana, quase rastejante para sobreviver...sem me deixarem levantar a cabeça das preocupações da subsistência, metralhada por slogans, escrava das audiências e dos midea, como toda a gente ao cimo da Terra, escravos do comércio e do consumo, do dinheiro e do petróleo...das guerras a proliferarem e da ameaça das bombas atómicas a cair…
terça-feira, janeiro 09, 2007

janela para outros corações.
Eles não estão separados,
como dois corpos.
Mas, assim como duas lâmpadas
que não estão juntas,
Sua luz se une num só feixe."
(Jalaluddin Rumi)
...Lembro-me meu amor e ainda sonho
com rituais solenes, cerimónias celestiais...
em que uniamos o espírito e a alma e de mãos dadas,
caminhávamos em silêncio
para escutar as pedras sussurrar antigos mistérios...
Recordo, quando com respeito e gravidade,
pisávamos descalças o chão
e nos inclinávamos cheias de devoção,
reverentes,
diante da Deusa Mãe
manifestada em cada folha de hera...
Lembro-me quando a Terra era Sagrada:
as árvores, as plantas e os animais "falavam"...
dentro do coração dos seres humanos,
e nenhuma mão desgraçada cometeria o sacrilégio
de deitar fogo às árvores
ou torturar e matar outro ser humano
QUANTO MAIS UMA CRIANÇA
como hoje acontece todos os dias
à face da terra...
A Deusa desperta dentro de nós
“A Deusa desperta dentro de nós, antes de despertar para o mundo. Devemos tomar consciência da sua existência. Devemos honrá-la, adorá-la, venerá-la, seja qual for o nome que lhe damos. Se o não fizermos estamos a ofender-nos a nós próprias. Ela é a nossa essência feminina. Ela é o poder feminino e a glória espiritual que existe em todas as mulheres e homens.” M.W.
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